O filme, dirigido por Phillipa Lloyd, que trabalhou com Meryl em “Mamma Mia!”, vai focar no trabalho da premiê durante a Guerra das Malvinas, em 1982. Mais alguém anseia pra ver a atriz com sotaque britânico? Mais alguém sente cheiro de Oscar – ou indicação – em 2012?
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Foto de Meryl Streep como Margareth Tatcher
Dando uma paradinha no assunto Oscar 2011. Saiu hoje mesmo uma foto de Meryl Streep caracterizada como a ex-primeira ministra britânica Margareth Tatcher, para o filme “The Iron Lady”, traduzindo, A Dama de Ferro, como Tatcher era conhecida.
segunda-feira, 1 de março de 2010
As 17 indicações de Meryl Streep
Filme: "O Franco Atirador"Ano: 1978
Categoria: Atriz Coadjuvante
Papel: Linda
Porque perdeu: Em sua estreia nos Oscars, Meryl Streep estava concorrendo com ninguém menos do que Dame Maggie Smith, no papel memorável da veterana atriz em "Califórnia Suite". Como ainda era uma "ninguém" aos olhos da Academia e o papel de Smith era realmente encantador, ficou para uma próxima vez, mas com um aviso de um talento se erguendo no cinema. Se consola, "O Franco Atirador" ganhou o Oscar de Melhor Filme naquele ano.
Filme: "Kramer vs. Kramer"Ano:1979
Categoria: Atriz Coadjuvante
Papel: Joanna Kramer
Porque ganhou: Se você assistiu ao filme, tem motivos de sobra para odiar o que a personagem de Meryl Streep faz com Dustin Hoffman. Ela abandona o marido com um filho pequeno para criar e, depois de muito trabalho do cara para se dar bem com o filho, ela simplesmente volta e exige o garoto. "Kramer vs. Kramer" é um dos melhore filmes familiares da história e isso se deve também ao talento inconfundível de Meryl Streep, que concorria com Mariel Hemingway ("Manhattan"), Candice Bergen ("Amar de Novo"), Barbara Barrie ("Breaking Away") e com a colega de elenco Jane Alexander.
Filme: "A Mulher do Tenente Francês"Ano: 1981
Categoria: Atriz Principal
Papel: Sara Woodruff/Anna
Porque perdeu: 1981 foi um ano difícil. Além de Streep, tínhamos Susan Sarandon ("Atlantic City"), Katherine Hepburn ("Num Lago Dourado"), Diane Keaton ("Reds") e a atriz Marsha Mason ("O Doce Sabor de um Sorriso"). Praticamente o primeiro grande filme de Mery Streep como protagonista, a história não foi suficiente para bater Katherine Hepburn, que, até alguns anos atrás, era a recordista de indicações, mas ainda é atriz que mais levou estatuetas.
Filme: "A Escolha de Sofia"Ano: 1982
Categoria: Atriz Principal Papel: Sophie
Porque ganhou: Porquê? Porque é "A Escolha de Sofia", oras! A melhor atuação de Streep, na minha opinião, ao lado de Miranda Priestly. E olha que o ano foi dificil: Julie Andrews ("Vitor ou Vitoria"), Debra Winger ("An Officer and a Gentleman"), Sissy Spacek ("Desaparecidos") e Jessica Lange ("Frances"). Mas não tinha pra ninguém, mesmo!
Filme: "Silkwood - O Retrato de Uma Coragem"Ano: 1983
Categoria: Atriz Principal
Papel: Karen Silkwood
Porque perdeu: Colecionando uma indicação a cada ano, em 1983 Meryl Streep ja se tornara uma figurinha fácil e querida da Academia. Porém, 1983 foi o ano de chorar horrores com o drama de mãe e filha em "Laços de Ternura", que levou o Oscar de Melhor Filme. Então, claro que a estatueta foi para Shirley MacLaine, que concorria pelo filme. O curioso é que Streep enfrentou na categoria outras ex-concorrentes suas: ganhou de Jane Alexander ("Testamento") em 1979 e de Debra Winger ("Laços de Ternura") em 1982. Completa a lista a atriz Julie Walters ("Educating Rita").
Filme: "Entre Dois Amores"Ano: 1985
Categoria: Atriz Principal
Papel: Karen
Porque perdeu: O papel principal em "Entre Dois Amores" mostra como Meryl Streep passou a ser requisitada no cinema. O longa de Sidney Pollack levou a estatueta de Melhor Filme, mas Meryl teve que ver o prêmio indo para a veterana atriz Geraldine Paige. De qualquer forma, em 1985, a favorita era Whoopi Goldberg, por "A Cor Púrpura", mas o Oscar, ainda meio preconceituoso (será? será?), premiou Geraldine. Jessica Lange e Anne Bancroft, completam a lista de 1985.
Filme: "Ironweed"Ano: 1987
Categoria: Atriz Principal
Papel: Helen
Porque perdeu: Porque se Cher (na sua aparição mais esquisita nas cerimonias) não tivesse levado o prêmio por "Feitiço da Lua", o prêmio certamente iria para Glenn Close pela sensação do ano "Atração Fatal". Na verdade, muita gente reclamou - e muito - da premiação de Cher, mas talvez ela tivesse muitos fãs na academia. O fato é que "Moonstruck" também era muito bom, coisa que a atuação de Streep em "Ironweed" não tinha como bater naquele ano. Além delas, foram indicadas Holly Hunter e Sally Kirkland.
Filme: "Um Grito no Escuro"Ano:1988
Categoria: Atriz Principal
Papel: Lindy
Porque perdeu: Jodie Foster em "Os Acusados" havia acabado de mostrar ao mundo que tinha crescido e que tinha vida após debutar em "Taxi Driver". Apesar do ótimo papel, Meryl Streep tinha que lutar contra a popularidade de Glenn Close, que continuava em alta, dessa vez com "Ligações Perigosas". O mundo estava crente que a Academia ia corrigir o erro do ano anterior e, Bam!, Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster. Glenn nunca ganhou seu premio, Jodie Foster ainda chegou a ganhar outro mais tarde e Streep saiu abanando a mão, assim como Melanie Griffith, que merecia também, e Sigouney Weaver.
Filme: "Lembranças de Hollywood"Ano: 1990
Categoria: Atriz Principal
Papel: Suzanne Vale
Porque perdeu: Quem assistiu a "Louca Obsessão" vai saber o porquê. Kathy Bates levou o prêmio naquele ano pelo papel da fã obcecada que sequestra seu autor favorito. 1990 também marcou pela indicação de Julia Roberts por "Uma Linda Mulher". As outras indicadas foram Anjelica Huston e Joanne Woodward. E a década termina com a consagração de Meryl Streep nos anos 1980.
Filme: "As Pontes de Madison"Ano: 1995
Categoria: Atriz Principal
Papel: Francesca Johnson
Porque perdeu: Uma boa pergunta. O oscar em 1995 foi para Susan Sarandon, por "Os Últimos Passos de um Homem" , sendo que Emma Thompson ("Razão e Sensibilidade"), Sharon Stone ("Cassino") e Elizabeth Shue ("Despedida em Las Vegas"), além da própria Streep, entregaram atuações memoráveis também. Não que Susan não mereça, mas talvez a estatueta tenha sido decidida nos "décimos", digamos assim. Ano difícil.
Filme: "Um Amor Verdadeiro"Ano: 1998
Categoria: Atriz Principal
Papel: Kate Gulden
Porque perdeu: Outra boa pergunta. Em 1998, quem levou foi Gwyneth Paltrow, por "Shakespeare Apaixonado". Porquê? Vai se saber, até hoje não engulo esse Oscar. Também estava concorrendo a brasileiríssima Fernanda Montenegro por "Central do Brasil", e não é porque eu sou brasileiro não, mas ela merecia muito mais do que Paltrow. Na verdade, qualquer uma das outras quatro, que ainda incluía Cate Blanchett ("Elizabeth") e Emily Watson ("Hillary e Jack"), merecia ter ganho, menos quem ganhou. É a famosa predileção da Academia por atrizes mais jovens e (?!) promissoras. Entalado até agora.
Filme: "Música do Coração"Ano: 1999
Categoria: Atriz Principal
Papel: Roberta Guaspari
Porque perdeu: Um papel ligeiramente fraco diante de atuações mais fortes em 1999. Quem levou foi a garota-prodígio do ano, Hillary Swank, por "Meninos Não Choram", Oscar mais do que merecido. Como a professora de "Música do Coração", Meryl não conseguiu bater Hillary, que era a favorita. Porém, a outra favorita ao premio daquela noite não era ela, e sim Annete Benning, por "Beleza Americana" em um papel cultuado até hoje.
Filme: "Adaptação"Ano: 2002
Categoria: Atriz Coadjuvante
Papel: Susan Orlean
Porque perdeu: 23 anos depois, Meryl foi indicada novamente à categoria de Atriz Coadjuvante. Naquele ano, ela foi cotada para coadjuvante por dois filmes, "Adaptação" e "As Horas". Foi indicada por "Adaptação" e perdeu para Catherine Zeta-Jones, a principal alma de "Chicago", verdade seja dita. Queen Latifah ("Chicago"), Kathy Bates ("As Confissões de Schmidt") e Julianne Moore ("As Horas") também concorreram naquele ano. Talvez ela tivesse desaprendido como ser coadjuvante.
Filme: "O Diabo Veste Prada"Ano: 2006
Categoria: Atriz Principal
Papel: Miranda Priestly
Porque perdeu: Talvez porque o mundo estava encantando demais com o papel de Helen Mirren, em "A Rainha". E com razão né. Mas nunca, depois do Oscar de "A Escolha de Sofia", ela esteve tão perto de levar outro prêmio. E ela merecia, já que Miranda Priestly entrou para a história do cinema. Ela disputava com Helen o favoritismo na categoria, que ainda tinha Kate Winslet ("Pecados Íntimos"), Judi Dench ("Notas Sobre Um Escândalo") e Penélope Cruz ("Volver") concorrendo.
Filme: "Dúvida"Ano: 2008
Categoria: Atriz Principal
Papel: Irmã Alouysius
Porque perdeu: Kate Winslet encantou plateias no mundo todo com sua atuação em "O Leitor". O ano estava propício para ela, que também já havia ganho várias indicações, mas nunca um prêmio. O papel em "Dúvida" era desafiador, mas era bem o estilo de Meryl Streep, nada fora do comum. Sabe, algo que só ela saberia fazer? Suas outras concorrentes tinham mais chances e houve quem torcesse piamente para Anne Hathaway ("O Casamento de Rachel"). Ainda estavam na cerimonia Angelina Jolie, pelo belíssimo papel em "A Troca", e a zebra Melissa Leo, por "Rio Congelado".
Filme: "Julie e Julia"Ano: 2009
Papel: Julia Child
Categoria: Atriz Principal
Porque perdeu: Foi o ano de Sandra Bullock. Depois de 16 indicações e um papel pouco apelativo frente às outras concorrentes, Meryl deve estar contente apenas com o reconhecimento e com o seu recorde. Pela primeira vez após sua primeira indicação ela foi a zebra das indicações, que ainda renderam honrarias às novatas Carey Mulligan ("Educação") e Gabourey Sidibe ("Preciosa"), e à veterana Helen Mirren ("The Last Station").
Filme: "A Dama de Ferro"
Ano: 2011
Papel: Margareth Tatcher
Categoria: Atriz Principal
Porque ganhou: Pela convincente interpretação de Margaret Tatcher, algo que requeriu dela não apenas uma boa atuação, mas uma verdadeira transformação física. Mesmo concorrendo com Viola Davis ("Histórias Cruzadas"), outra favorita naquele ano, Meryl levou sua terceira estatueta. Completam as concorrentes deste ano Michelle Williams ("Sete Dias com Marilyn"), Nicole Kidman ("Rabbit Hole - Reencontrando a Felicidade") e Glenn Close ("Albert Nobbs").
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Dúvida - Boas atuações garantem a "certeza" do filme
Doubt (EUA, 2008)De John Patrick Shanley. Com Meryl Streep, Philip Seymour Hoffman, Amy Adams e Viola Davis.
Depois que saem as indicações para o Oscar é aquela correria para ver todos os filmes antes da grande cerimônia do dia 22. Dúvida, o filme que garantiu a 15° indicação de Meryl Streep, chega às telas cercado de ... er, dúvidas. Dúvidas por que o filme entregou indicações a todos os protagonistas e a uma não-protagonista: Viola Davis, que aparece em apenas uma sequencia - nem tão boa assim. Mais dúvidas por seu roteiro também ter sido indicado entre tantos gigantes da categoria (Benjamin Button, Milk, Frost/Nixon).Todos com chances de tirar os doces das bocas dos favoritos nas atuações, embora isso tenha muitas chances de não acontecer.
A Irmã Alouysius (Meryl Streep) é a diretora da escola católica St. Nichols. Muito rígida e áspera, a Irmã é temida por todos os alunos e coloca ordem em todas as outras freiras do colégio. Entre elas está a Irmã James (Amy Adams), nova e inocente professora que é desacreditada pela diretora. Toda essa autoridade é contraposta na pele do Padre Flynn (Philip Seymour Hoffman), um padre que está aberto a mudanças de comportamento para a Igreja se adequar aos novos tempos. Esse comportamento não agrada a Irmã Alouysious e, quando a Irmã James revela que o padre tem se encontrado secretamente com um dos alunos, suas suspeitas sobre o padre aumentam, temendo um caso de abuso sexual na escola. É quando a guerra entre o Padre e a Irmã Alouysious começa, tendo a ingênua Irmã James e as outras no meio da situação, que envolve mais do que eles imaginam.


O filme se deve mais às atuações do que ao roteiro em si, apesar de esse estar bem definido e simples. Mas um pouco mais de complicação, neste caso, num tema tão absurdamente atual, ajudaria a difundir uma melhor discussão do assunto. o filme prefere seguir o caminho da dúvida mesmo da Irmã do que explanar o problema (as palavras abuso, sexual, pedofilia ou qualquer
uma que explicite o caso nem são citadas) Afora isso, as interpretações divinas dos quatro atores indicados (Meryl, Philip, Amy e Viola) seguram todo o filme. Meryl é sempre Meryl e ela pode roubar a sonhada estatueta de Kate Winslet. Amy Adams está fenomenal como a bobinha Irmã James.Pode ser que Dúvida saia do Oscar com as mãos abanando, afinal os favoritos desse ano não vieram pra perder. Mas só o fato de todos os atores terem sido indicados (até Viola Davis, nada contra, mas vá entender) explica o quão poderosa pode ser uma atuação num filme que, apesar de boas sacadas e falas do roteiro, é fraco em alguns momentos, incluindo o desfecho. Isso deve ser o significado do chamado "Cinema Teatral".
Nota: 8,0
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Leões e Cordeiros - Quem é quem?
Assistindo ao filme "Leões e Cordeiros" do diretor Robert Redford você tem a nítida sensação de que vive numa bolha vigiada a todo instante. O filme apresenta razÕes boas demais para se acreditar que verdadeiramente toda a história da atual guerra do Iraque é planejada pelos Estados Unidos com rigor de detalhes. A história começa mostrando o ponto de vista político de pessoas distintas: uma jornalista, um senador, um professor, um estudante e dois soldados que estão em guerra no Afeganistão. O senador apresenta uma nova medida pra justificar a presença dos soldados americanos no país, alegando que no momento em que as tropas sairem de lá, todo o regime Talibão vai retornar a o Afeganistão. O papel da jornalista seria justamente ajudar a mitifcar toda a coisa. Aí é que eu me pergunto, na função de futuro jornalista: Esse é realmente o papel d mídia? Fazer as pessoas acreditarem no que não é real para justificar ações governamentais? Falando assim parece que o filme é de uma alta conspiração política, mas reflete simplesmente os aspectos mais radicais da sociedade. A jornalista Janine Roth (Meryl Streep numa versão que nem de longe lembra a Miranda Priestly de O Diabo Veste Prada) se vê nesse dilema. Ela deve publicar o artigo assim como ele é, pra ajudar a maquiar as transações do senador, que ela mesma ajudou a criar, ou deve seguir o seu instinto de cidadã ao querer que os filhos americanso em combate no oriente Médio retornem para casa? Enquanto isso, no canal que Janine trabalha, um telejornal que fala mais sobre escândalos de celebridades e outras baboseiras da televisão de hoje é veiculado com alto sucesso. Cadê a credibilidade numa hora desss?
O senador, interpretado por Tom Cruise, não vê escrúpulos nem maldade para por seu novo plano tático em prática: mandar soldados americanso como iscas, para que sejam atacados por talibãs rebeldes. Esse ataque gera um contra-ataque natural das tropas americanas e pronto: esta'justificadoa permanência das tropas americanas no Afeganistão.
Enquanto isso, numa universidade, o personagem de Robert Redford tenta convencer um aluno a retomar a posição política, já que este abandona os seus ideais por nao acreditar mais no sistema político. Ele usa o exemplo de Arian e Rodriguez, dois estudantes que acreditavam no total engajamento político dos cidadãos para resolver questões governamentais. essea jovens mais tarde, se alistam voluntariamente no exército americano e se vêem no meio da guerra.
O senador, interpretado por Tom Cruise, não vê escrúpulos nem maldade para por seu novo plano tático em prática: mandar soldados americanso como iscas, para que sejam atacados por talibãs rebeldes. Esse ataque gera um contra-ataque natural das tropas americanas e pronto: esta'justificadoa permanência das tropas americanas no Afeganistão.
Enquanto isso, numa universidade, o personagem de Robert Redford tenta convencer um aluno a retomar a posição política, já que este abandona os seus ideais por nao acreditar mais no sistema político. Ele usa o exemplo de Arian e Rodriguez, dois estudantes que acreditavam no total engajamento político dos cidadãos para resolver questões governamentais. essea jovens mais tarde, se alistam voluntariamente no exército americano e se vêem no meio da guerra.
Todas as reflexões feitas no filme podem ser completamente absurdas ee xtremamente ufanistas. Para os brasileiros, a guerra do Iraque nem é tão impactante no nosso cotidiano. mas é só fazeras ligações. Se os apontaments feitos pelo filme é vrdade, então as questões sobre o imperialismo americano que tanto se tem discutido poder ter um fundo de verdade também. Mas é essa a graça do cinema: nos filmes, mesmo as coisas que não fazem o menor sentido podem ser verdadeiras. O importante é pensar.
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