quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"Lua Nova" vende mais de 290 mil ingressos antecipados

Do jornal O Globo

Antes mesmo de estrear nos cinemas, "Lua nova" já é um sucesso. Na próxima sexta (20), a dupla Bella Swan (Kristen Stewart) e Edward Cullen (Robert Pattinson) volta às telas do mundo todo, dessa vez para protagonizar um triângulo amoroso com Jacob Black (Taylor Lautner), em filme que segue a fórmula que deu certo em "Crepúsculo". Best-seller com 6 milhões de cópias em livro vendidas, "Lua nova" se prepara para bater recordes também no cinema. Só no Brasil, foram vendidos 297,600 ingressos antecipados. Cultuados e venerados em todo o mundo, os astros do filme começam a acreditar na própria lenda: Robert Pattinson comparou o sucesso da franquia à histeria pelos Beatles nos anos 60.

- Eu acredito que poucos seres humanos vão um dia experimentar esse amor que sentimos nos eventos de 'Crepúsculo' - disse o galã na pré-estreia do filme em Los Angeles, na noite de segunda-feira.

Mas não é só por aqui que os vampiros enchem os adolescentes de expectativa. De acordo com o Fandango, um dos sites de venda de ingressos mais populares dos Estados Unidos, "Lua nova" é o filme de maior arrecadação em pré-venda desde sua fundação, em 2000. As vendas antecipadas dos ingressos desbancaram grandes produções como o terceiro episódio de "Guerra nas estrelas", "Harry Potter e o enigma do príncipe", "Batman - o cavaleiro das trevas" e do próprio "Crepúsculo".

Não à toa, o lançamento do novo filme baseado no romance de Stephenie Meyer foi cercado de cuidados. Talvez por medo da pirataria ou mesmo de críticas negativas, as tradicionais cabines - sessões fechadas para a imprensa antes da chegada de um filme aos cinemas - foram abolidas. Durante a passagem dos ídolos Kristen e Taylor pelo Brasil no começo de novembro, apenas 15 minutos do filme foram exibidos para os jornalistas, que viram na sessão a mesmas cenas divulgadas anteriormente pela internet.

Com tanto frenesi, já estão confirmados os novos filmes baseados nos outros romances da saga. O já rodado "Eclipse" tem estreia marcada para 30 de junho do ano que vem e "Amanhecer", o último livro da série, pode se desdobrar em dois filmes. Com cenas passadas no Rio de Janeiro, especula-se que os protagonistas venham até a cidade maravilhosa gravar cenas do episódio final da série de filmes ainda em 2010.

2012

2012 (EUA, 2009)
De Roland Emmerich. Com John Cusack, Amanda Peet, Chewetel Ejefor, Oliver Platt, Thandie Newton, Danny Glover e Woody Harrelson.

Sempre fui fã de filme-catástrofe. Lembro que um dos primeiros filmes que cultuei, ainda criança, foi "Independence Day". Ficava maluco e vibrava só de ver o comercial do filme na televisão, com a explosão extraordinária da Casa Branca (sem sentimento anti-americano). Vibrei mais ainda quando assisti o Oscar daquele ano (sim, já era viciado nisso também) e o filme levou pra casa o premio de Efeitos Especiais. Por coincidência - ou não - o mesmo diretor de "ID4" traz sua mais nova loucura catastrófica. Mas vamos combinar: nem George W. Bush saberia destruir o mundo tão bem quanto Roland Emmerich. O cara deve ter alguma fixação, deve ter sido abduzido e ganhado uma missão alienígena, sei lá. Sei que ele tem uma cisma com nosso planeta intacto. Ou será que ele não está mais tão intacto assim? Será que é isso que Emmerich está querendo mostrar? Que aos poucos estamos ficando como ele?

Em 2012, os niveis de radiação solar chegam a um nível tão alto que derretem o núcleo da Terra, fazendo com que as placas tectônicas se mexam com mais intensidade, o que ocasiona o deslocamento de toda a crosta terrestre. Todo esse movimento provoca terremotos, furacões, maremotos, explosões vulcânicas e tsunamis que mudam a geografia do planeta. Quem estiver no caminho dos desastres, não vai sobreviver, mas quem não estará no caminho? A condenação do planeta ao seu fim é certa, mas um escritor falido toma conhecimento de planos do governo que criaram arcas secretas para salvar algumas pessoas (quem pudesse pagar) e é pra lá que ele leva sua família, passando por cima de todos os desastres. O filme é basado numa profecia maia que prevê o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012, dentre outras correntes que também apostam nisso.

Se formos levar em conta um roteiro conciso, "2012" não é perfeito, óbvio. Mas em filmes desse tipo, analisar o roteiro faz com que todo o filme perca o sentido. Roland Emmerich quis detonar o mundo, então no que devemos prestar atenção em um filme desses? Nos efeitos, ora! E são eles que mandam e desmandam, no que talvez possa ser o melhor filme catástrofe ever! Só a destruição de parte de Los Angeles e Las Vegas vale o filme inteiro. O tom de ação e tensão esá presente no filme inteiro, com momentos de tirar o fôlego e reviravoltas impressionantes. Pra quem queria ver o mundo sendo destruído, é isso que vai ver. Ah, e a famigerada cena em que o Cristo Redentor é despedaçado não acrescenta nada de novo ao que já havia no trailer, só que agora tem um "Off" jornalistico em português ("Oh, Meu Deus! Está desmoronando a estátua do Cristo!!!", ou algo assim, em imagens gentilmente cedidas pela Globo News).

Por outro lado, Emmerich parace querer avisar alguma coisa, assim como fez em "O Dia Depois de Amanhã". Mas sempre dá pra tirar uma lição desses filmes. O que estamos fazendo da vida? O que estamos fazendo com o planeta? Será que existem pessoas boas? O que posso fazer pelo meu semelhante? Será que o mundo vai acabar mesmo? Essas perguntas sempre pipocam depois de um film catástrofe. "2012" tem diversão garantida e efeitos de primeira, mas nada disso tem sentido se você não tentar responder a essas perguntas. Então, os maias estavam certos? Só saberemos em 2012. Em 2000, Nostradamus não estava...

Nota: 9,0

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Veja a história dos símbolos dos estúdios de Hollywood

Você conhece a história por trás do famoso leão da MGM? E do menino que pesca no logotipo da Dreamworks? Você sabe quem é a mulher que aparece no logo da Columbia? Não? Então vai saber agora.

MGM - Metro-Goldwyn-Meyer

Quem é o leão que aparece rugindo antes dos filmes da Metro-Goldwyn-Mayer?
O leão Leo foi o mais utilizado pelo estúdio, mas o símbolo foi interpretado por 5 leões desde a sua estreia, em 1924. O primeiro se chamava Slats – e não rugia. Slats fez a abertura dos filmes da MGM na época do cinema mudo, entre 1924 e 1928.

O primeiro rugido foi dado pelo leão Jackie, em 1928. Apesar de os filmes ainda não possuírem som, um funcionário do cinema ficava responsável por tocar a gravação do rugido assim que o logo aparecesse na tela. Tanner foi o terceiro leão, sucedido por um animal anônimo. Desde 1957, é a imagem de um leão batizado de Leo que aparece nas aberturas da MGM rugindo dentro de um arco, onde pode ser lida a inscrição em latim “Ars Gratia Artis” (”A arte pela arte”).

O nome é tirado das três companhias que formaram a fusão para o MGM Studios em 1924: Metro Picture Corporation (formada em 1915), Goldwyn Picture Corporation (1917), do famoso Samuel Goldwyn, e Louis B. Mayer Pictures (1918), sob o controle do magnata dos cinemas Marcus Loew.

DREAMWORKS SKG

A DreamWorks surgiu em 1994, criada por Steven Spielberg, Jeffrey Katzenberg e David Geffen. Inicialmente, Spielberg pensou na imagem de um homem adulto pescando na Lua – uma imagem arrojada, gerada por computação gráfica. No entanto, um funcionário de Spielberg sugeriu um logotipo pintado à mão e recomendou o amigo Robert Hunt para fazer o trabalho.
Robert não só pintou o logo alternativo como usou a silhueta de seu filho, William. E é ele que pode ser visto nas telonas, pescando na lua.
Aliás, a sigla “SKG” - localizada abaixo do nome “DreamWorks” – é formada pelas iniciais dos fundadores da companhia – Spielberg, Katzenbgerg e Geffen.

Quando um filme é produzido pela DreamWorks Animation Studios, o nome aparece em letras coloridas. Variações do logo apareceram ao longo dos anos, com o menino voando em balões ou assustado com o ogro verde Shrek, outro símbolo do estúdio.


20th CENTURY FOX

O desenho do nome das duas companhias que se uniram para fundar o estúdio – a 20th Century e a Fox Films – cercado por holofotes foi criado pelo artista Emil Kosa Jr. Além de criar o logotipo, Emil fez o desenho da Estátua da Liberdade em ruínas que aparece no final do filme (ops!) “Planeta dos Macacos”(1968). O artista também ganhou o Oscar de Efeitos Especiais pela superprodução “Cleópatra” (1964).
Porém, mais famosa que a logomarca é a trilha sonora tocada junto com ela. A marcha tocada por uma fanfarra foi composta por Alfred Newman, diretor musical da United Artists na época e tio de Randy Newman, que se tornaria um dos maiores compositores de filmes da Disney.

A escultura da Fox também sofre variações conforme o filme. Em "O Dia Depois de Amanhã", a logomarca fica azul e uma tempestade começa a aparecer ao fundo; No filme "Duro de Matar 4.0", os holofotes da logomarca se deslocam para fora; Já em "Os Simpsons", o personagem Ralph Wiggum cantarola a trilha famosa enquanto, ao fundo, é executada a melodia original; Na abertura de "A Era do Gelo 3", a logomarca é cercada por pinheiros cobertos por gelo, e os holofotes são miniaturas de vulcões.

PARAMOUNT

A montanha da Paramount é o logo mais antigo ainda mostrado nas telas de cinema. A chamada “Montanha Majestosa” existe desde 1914 e foi esboçada por W.W. Hodkinson, presidente e membro fundador da Paramount Pictures.
A imagem original foi inspirada pela montanha de Ben Lomond, localizada no estado de Utah. Mais tarde, a arte foi substituída por outro desenho, inspirado pelo pico Artesonraju, localizado na Cordilheira dos Andes, no Peru.

O logotipo original era cercado por 24 estrelas – simbolizando as 24 estrelas de cinema contratadas pela companhia na época. O número depois foi reduzido para 22 estrelas.

WARNER BROS.

A Warner Bros. foi criada em 1923 por quatro irmãos, imigrantes judeus da Polônia, determinados a fazer fortuna na América. O logotipo original mostrava um escudo com as iniciais “WB” (”WarnerBrothers” ou “Irmãos Warner”) abaixo de uma foto do estúdio na época.
A foto foi removida e as iniciais “WB” ganharam mais espaço dentro do escudo nos anos 30. Quando osfilmes tornaram-se coloridos, o logotipo foi pintado com um tom de sépia. O escudo foi modificado diversas vezes e atualmente exibida é a 11ª versão do modelo.

Em alguns filmes, a Warner apresenta os acordes iniciais de "As Time Goes By", canção do filme "Casablanca", um símbolo do estúdio.


COLUMBIA PICTURES

“Columbia” é um neologismo inglês, originado do nome do descobridor da América, Cristóvão Colombo, e é também um conhecido símbolo feminino dos Estados Unidos da América.
Criada em 1924, a musa inspiradora da primeira “Dama da Columbia” é desconhecida – na arte original, ela aparecia com uma bandeira dos EUA , substituída em 1949 por um manto neutro. A atriz Jane Bartholomew declarou que seu rosto serviu de inspiração para a imagem. Outra que reclamou o posto foi a atriz Amelia Bacheler. Nas décadas de 70 e 80, a “Dama da Colúmbia” foi substituída por uma versão estilizada e minimalista. A imagem atual foi redesenhada em 1993 por Michael J. Deas. Desta vez, a modelo foi a dona-de-casa JennyJoseph, cujo rosto foi redesenhado por meio de computação gráfica.

Em alguns filmes, a Columbia aparece associada à produtora TriStar. A TriStar surgiu quando a Columbia Pictures, ainda subsidiária da The Coca-Cola Company, decidiu se associar à HBO e à CBS em 1981 para dividir os custos de produção de filmes. Em 1989 foi comprada pela Sony juntamente com a Columbia Pictures, mas continuaram a utilizar nomes independentes. Em 1998, a TriStar se uniu com a Columbia Pictures, formando a Columbia TriStar Pictures. Em 2004 a TriStar foi retomada com outras ênfases. Seu famoso logotipo é um pégaso voando em direção à tela.

UNIVERSAL PICTURES

A Universal Studios foi criado em 1912 por Carl Laemmle, com a junção de sua empresa IMP com várias outras, dentre as quais estavam a Bison 101, a Nestor e a Powers. Ó estúdio é famoso pelos filmes de monstros da década de 1930.

O motivo do símbolo é óbvio: o nome da empresa em frente ao globo terrestre. A ideia era fazer a Universal circundando a órbita da Terra, como um anel. No começo, o nome girava em todo o globo. Depois passou a sair de trás dele passando a se posicionar na frente.

Logo da MGM deve ir à leilão!



Um dos mais tradicionais logotipos da história dos cinemas está prestes a ser leiloado. Trata-se do leão da Metro Goldwin-Mayer, o clássico MGM estúdios. Segundo a Variety, o processo de leilão deve ser iniciado para sanar uma dívida que chega a quase US$ 3,7 bilhões, e toda a empresa MGM, segundo avalistas especializados, não alcançaria nem mesmo a casa dos US$ 1,5 milhão, tornando assim o leilão quase certo.


Um dos principais estúdios, a MGM não está conseguindo se recuperar da grave crise econômica que assolou o mundo, principalmente nos Estados Unidos. A crise é tão grande que, em 2009, apenas o filme “Fama” foi lançado pelo estúdio, muito longe dos anos de ouro que contavam com até 50 longas em apenas um ano.


O estúdio é responsável por grandes filmes da história do cinema mundial e palco dos principais atores. Entre eles Clark Gable (”E o Vento Levou“) e Greta Garbo (”A Dama das Camélias“), que figuravam entre os principais representantes da MGM, já que os dois estavam sob contrato na época mais gloriosa do estúdio, até o final da Segunda Guerra Mundial.


Durante seus 85 anos de existência, a MGM contou com a presença de cinco leões: Slats, Jackie, Tanner, George e Leo, e se tornou um ícone da indústria do entretenimento mundial.




Por Vitor Quartezani, do Cinema com Rapadura

Fotos: "A Saga Crepúsculo: Lua Nova" estreia em Los Angeles


















segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Como Assim Nao Tem Mais Batman????

O ator Michael Caine ("O Grande Truque") deu uma declaração que podem deixar os fãs da nova franquia "Batman" um pouco apreensivos. Segundo ele, pode ser que não haja nenhum novo filme sobre o herói durante algum tempo e que a Warner talvez leve algum tempo para pensar nisso.


"Se eles algum dia fizerem algum outro filme do 'Batman' eu vou estar nele, eu vou ser o mordomo.Mas eu não sei se eles irão fazer um outro 'Batman' algum dia. Se eles fizerem, não será por agora, ainda deve levar um certo tempo". disse o ator ao site IGN.com. Caine é conhecido por espalhar detalhes dos projetos em que participa, a contragosto dos produtores.


A noticia não é comum desde que boatos sobre o filme pipocam na internet a todo momento, com especulações quase concretas sobre a trama e personagens. O ator Gary Oldman ("Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban"), inclusive, declarou na Comic Con de San Diego desse ano que as filmagens devem ser iniciadas já no ano que vem. Outra estranheza é o fato de a Warner não estar interessada em fazer outro ''Batman'', depois da colossal bilheteria alcançada pelo filme "O Cavaleiro das Trevas" - ficando atrás apenas de "Titanic" no ranking dos maiores sucessos de todos os tempos.


Ainda de acordo com as noticias de sites especializados, o diretor Christopher Nolan ("Amnésia") só deve mesmo começar a pensar na sequência do filme de 2008 assim que terminarem as filmagens de seu novo filme, o longa "Inception", que tem Leonardo Di Caprio ("Os Infiltrados") no elenco e está sendo mantido no mais alto sigilo.

Talvez Michael Caine esteja ficando lelé da cuca.

domingo, 15 de novembro de 2009

(500) Dias com Ela


(500) Days of Summer
(EUA, 2009) De Marc Webb. Com Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel

Quando assisti a "Fim dos Tempos", um dos piores filmes do ano passado, uma das coisas que me deu mais raiva foi a atuação patética de Zooey Deschanel. A "cara de nada" que ela faz durante o filme inteiro - e olha que se trata de um filme de fim do mundo! - realmente está entre as coisas mais chatas que eu já vi na vida. Pois tudo isso que está escrito aí em cima vai por água abaixo quando se assiste a "(500) Dias com Ela". Não que Deschanel tenha dado um jeito na sua "cara de nada". Ela só encontrou um lugar pra ela.

A história do filme: Tom é um rapaz que acredita que um dia vai encontrar o amor da sua vida, aquela pessoa que vai fazer com que ele se apaixone pra sempre. Ele vê essa possibilidade quando encontra Summer, uma garota nova na cidade que vai trabalhar na mesma agência que ele. Só que Summer não é uma garota comum. Ela é independente, esperta e parece exercer um encanto especial nas pessoas ao seu redor. O problema: Summer não quer um relacionamento sério. Nestas circunstâncias, Tom e Summer começam um "seiláoquê" que, claro, faz com que Tom se apaixone mais ainda por ela. Daí pra frente - ou da frente praí - são narrados alguns dos 500 dias desde o dia em que se conheceram até... até o 500° dia, não vou dizer hehehehehe.

De uma forma não linear, o diretor Marc Webb passeia pelos quinhentos dias numa das histórias de amor mais bonitas do ano. Um dos poucos filmes que fazem você se encantar de verdade com os personagens (mais ou menos o efeito de "Juno"). A começar pelos atores principais. Não há nada mais contagiante do que ver a alegria de Tom por passar uma noite com Summer e isso se dá pela atuação genial de Joseph Gordon-Levitt. E nada mais angustiante do que os seus momentos de tristeza também. E aí dou o meu braço a torcer por reconhecer que Summer, nada e ao mesmo tempo tudo, cai como uma luva para Zooey Deschanel.

Nada disso seria possível sem o roteiro competente e sem uma maravilhosa trilha sonora. Todos os elemetos do filme embalam a história de uma forma que envolve o espectador totalmente. Infelizmente ele não foi muito bem compreendido pelo grande público, vide o número de salas em que estreou e a sua procura. Mas posso afirmar uma coisa: "(500) Dias com Ela" é a melhor comédia romântica (no verdadeiro sentido do gênero) dos últimos tempos.

Nota: 9,0