quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Marc Webb é o mais novo diretor da franquia "Homem-Aranha"

do blog Gibizada, do Globo online

Marc Webb, do simpático "(500) dias com ela", será o novo diretor da franquia do Homem-Aranha. Segundo o blog Vulture, da New York Magazine, Webb foi contratado pela Sony para fazer três filmes. Ele substituirá Sam Raimi, que entrou em conflito criativo com o estúdio ao insistir na escolha do personagem Abutre como vilão e no ator John Malkovich para interpretá-lo.

Mais conhecido por clipes de bandas como Green Day, Webb diz que é um sonho que se torna realidade. Ele terá a árdua missão de recomeçar a série de filmes do zero, focando na juventude do herói. Agora só falta escolherem o ótimo Joseph Gordon-Levitt, de "(500) dias com ela", para ser Peter Parker.


300 POSTAGENS


300 posts. Uau, quanta coisa já se passou. Foram mais de 100 posts por ano, em média. O que é muito pouco se considerar a quantidade de informação que se passa pela internet e pelo mundo cinematográfico geral. Vou confessar que estou na fase da preguiça, mas é janeiro, mês de férias, então aquela moleza bate mesmo, ja que é a hora de descanso. Mas o cinema não pode parar, não é mesmo?

Pra celebrar então, quis colocar aqui as curiosidades do filme "300" (qual mais né?), um dos épicos mais bem produzidos da história, se assemelhando a "Ben-Hur", "Gladiador" e "Coração Valente". Confira e acompanhe o blog sempre que puder.

Clique aqui para ver as curiosidades de "300"

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Vencedores do Globo de Ouro 2010

MELHOR FILME DE DRAMA

“Avatar”
“Guerra ao Terror”
“Bastardos Inglórios”
“Preciosa”
“Amor Sem Escalas”

MELHOR FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL

“Se Beber, Não Case”
“500 Dias Com Ela”
“Simplesmente Complicado”
“Julie & Julia”
“Nine”

MELHOR ATOR DE DRAMA

Jeff Bridges, por “Coração Louco”
George Clooney, por “Amor Sem Escalas”
Colin Firth, por “A Single Man”
Morgan Freeman, por “Invictus”
Tobey Maguire, por “Entre Irmãos”

MELHOR ATRIZ DE DRAMA

Sandra Bullock, por “O Lado Cego”
Emily Blunt, por “The Young Victoria”
Helen Mirren, por “The Last Station”
Carey Mulligan, por “Educação”
Gabourey ‘Gabby’ Sidibe, por “Preciosa”

MELHOR ATOR DE MUSICAL OU COMÉDIA

Robert Downey Jr., por “Sherlock Holmes”
Matt Damon, por “O Desinformante!”
Daniel Day-Lewis, por “Nine”
Joseph Gordon-Levitt, por “500 Dias Com Ela”
Michael Stuhlbarg, por “Um Homem Sério”

MELHOR ATRIZ DE MUSICAL OU COMÉDIA

Meryl Streep, por “Julie & Julia”
Sandra Bullock, por “A Proposta”
Marion Cotillard, por “Nine”
Julia Roberts, por “Duplicidade”
Meryl Streep, por “Simplesmente Complicado”

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Christoph Waltz, por “Bastardos Inglórios”
Matt Damon, por “Invictus”
Woody Harrelson, por “The Messenger”
Christopher Plummer, por “The Last Station”
Stanley Tucci, por “Um Olhar do Paraíso”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Mo’Nique, por “Preciosa”
Penélope Cruz, por “Nine”
Vera Farmiga, por “Amor Sem Escalas”
Anna Kendrick, por “Amor Sem Escalas”
Julianne Moore, por “A Single Man”

MELHOR DIRETOR

James Cameron, por “Avatar”
Kathryn Bigelow, por “Guerra ao Terror”
Clint Eastwood, por “Invictus”
Jason Reitman, por “Amor Sem Escalas”
Quentin Tarantino, por “Bastardos Inglórios”

MELHOR ROTEIRO

“Amor Sem Escalas”
“Distrito 9″
“Guerra ao Terror”
“Bastardos Inglórios”
“Simplesmente Complicado”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“The weary kind”, de “Crazy heart”
“Cinema italiano”, de “Nine”
“I want to come home”, de “Everybody’s fine”
“I will see you”, de “Avatar”
“Winter”, de “Entre irmãos”

MELHOR TRILHA SONORA

“Up – Altas Aventuras”
“O Desinformante!”
“Onde Vivem os Monstros”
“Avatar”
“Um Homem Sério”

MELHOR ANIMAÇÃO

“Up – Altas Aventuras”
“Tá Chovendo Hambúrguer”
“Coraline”
“O Fantástico Sr. Raposa”
“A Princesa e o Sapo”

MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

“A Fita Branca” (Alemanha)
“Baaria” (Itália)
“Abraços Partidos” (Espanha)
“La Nana” (Chile)
“Um Profeta” (França)

domingo, 17 de janeiro de 2010

Onde Vivem os Monstros

Where The Wild Things Are
(EUA, 2009) De Spike Jonze. Com Catherine Keneer, Max Records, James Gandolfini, Forest Whitaker, Catherine O'Hara, Lauren Ambrose, Paul Dano e Mark Ruffallo.

Spike Jonze só fez dois filmes antes de "Onde Vivem os Monstros". Dois com gosto especial para o cinema. O primeiro, porque apresentou a Hollywood algo nunca antes visto, um surrealismo psicológico metafísico que, involuntariamente ou voluntariamente, nos fazia refletir sobre quem éramos, às vésperas do novo milênio. O outro fazia exatamente a mesma coisa, com um pouco menos de psicodelismo e aventuras mentais. Estou falando de "Quero Ser John Malkovich" e "Adaptação". O seu novo filme não é muito diferente, só que dessa vez é através do olhar de uma criança que vemos a complexidade do ser humano. O que também é diferente é que não são os humanos os complexos desse filme.

No filme, Max é o caçula de uma família de três. Ele mora com a mãe, que por ser solteira, trabalha o dia todo para levar o sustento dos filhos, e com a irmã, que está naquela fase chata da adolescência em que todos os adolescentes ficam chatos.Com esse cenário familiar, Max vive sozinho, sem a atenção da mãe e sem a amizade da irmã ou de qualquer outra criança. Por esse motivo ele sempre tem que se virar com a sua imaginação, o que faz com que ele passe metade do tempo com uma fantasia de lobo. Um dia, após uma travessura, a mãe o coloca de castigo e ele resolve fugir de casa. De tanto correr, ele acaba parando numa terra fantástico, a terra dos Monstros Selvagens. Lá, conhece Carol (voz de James Gandolfini, o Tony Soprano), KW (Lauren Ambrose), Douglas (Chris Cooper), o casal Judith e Ira (Catherine O'Hara e Forest Whitaker, respectivamente) e Alexander (Paul Dano). Um pouco desorientados, eles aceitam que o menino se torne seu rei e esquecem a ideia de devorá-lo.


Mas, como toda criança que se preze, Max promove um estado de anarquia em seu reino. "Que a bagunça comece!", determina o garoto para os outros monstros. Aos poucos, ele vai conhecendo mais sobre seus companheiros: Carol está tão perdido em si que vive em conflito com os outros, KW é introspectiva e gosta de seus momentos sozinha, Douglas é cheio de energia e iniciativa, Judith é sarcástica e dominadora, Ira é modesto e paciente e Alexander acha que não é levado a sério o suficiente pelos outros. Conforme os conflitos começam a surgir, Max descobre que nem o seu mundo imaginário é ideal. A partir daí, é hora de considerar o retorno ao lar e à realidade.


Percebe que o filme definitivamente não é apenas para crianças? Max tem que assumir uma posição de liderança no meio das criaturas e precisa colocar a ordem em um ambiente selvagem. Além disso, as criaturas tem personalidades tão fortes, que no fim das contas é Max quem precisa ser maduro o suficiente para lidar com a situação. Sua volta pra casa só vai ser determinada se todos aprenderem suas lições, inclusive ele!

Spike Jonze conseguiu transformar um livro de 40 páginas em uma envolvente história de pouco mais de 1 hora e meia. Todos nós somos como Max, como a mãe, como a irmã e como as criaturas selvagens. Há um pouquinho de cada um de nós nesses personagens. E é com essa reflexão que Jonze está contando. Apesar dos ótimos aspectos técnicos (som, maquiagem e efeitos são muito bons), é a história que prende o espectador. Um ótimo começo de temporada de Oscar.

Nota: 9,0

Deixa Ela Entrar

Låt den rätte komma in
(Suécia, 2008) De Tomas Alfredson. Com Kåre Hedebrant e Lina Leandersson.

Todo mundo sabe que 2009 foi o ano dos vampiros. Eles invadiram nosso imaginário, nossas preteleiras de livros e DVD's e as salas de cinema. Mas de todos os filmes de vampiros que já fora (e que irão ser feitos), talvez o mais elogiado seja "Deixa Ela Entrar", um filme que vem da Suécia. Isso mesmo, Suécia! O longa foi elogiado pela crítica especializada e fez um sucesso tamanho. Tanto que Hollywood já está produzindo o remake americano. Pena que só pude assistir agora, alguns meses depois do lançamento do filme no Brasil.

Oskar é um garoto que sofre com as implicâncias de outros garotos na escola. Sua sede de vingança e seu ódio reprimido fazem com que ele colecione artigos sobre lutas marciais e assassinatos, além de treinar golpes mortais em seu quarto. Mas Oskar não tem coragem de fazer nada disso, afinal, é só um garoto solitário. Sua solidão é sacudida com a chegada de Eli, uma menina de 12 anos que se muda para o apartamento vizinho. Com a sua chegada, estranhos assassintaos começam a acontecer no bairro. Tambem, pudera: Eli é uma vampira. Sem saber disso, Oskar começa a nutrir sentimentos por Eli e a garota também passa a olhá-lo diferentemente. Mas a relação dos dois pode se tornar perigosa, já que a sede de Eli pode sair do controle.



Pra quem estava esperando um filme de vampiros ao estilo "30 Dias de Noite" (como eu estava), "Deixa Ela Entrar" não é assim. É um drama. Tem lá suas horas de impacto, mas o filme é dramático. Essa carga emocional é percebida no drama do garoto incomodado pelos colegas de escola, além de sofrer com a solidão que a separação dos pais trouxe. E também com Eli, que não desperta nenhuma aversão, mesmo sabendo que ela devora pessoas para sobreviver. Sua solidão chega a ser pior do que a de Oskar. É a relação dos dois que dá um fiapo de esperança a eles e que é o fio condutor da história.


Não tem muitos efeitos especiais, e quando eles aparecem não são o destaque. É o roteitro que sustenta o filme, apesar de ele mostrar a melhor combustão de um vampiro pelo sol de toda a história cinematográfica! Definitivamente o melhor filme de vampiros do ano. Só uma pena não ter mais ação ou terror, porque é assim que ele foi vendido. Mas enfim, a versão americana deve ter tudo isso mesmo...

Nota: 8,5

sábado, 16 de janeiro de 2010

Vício Frenético


Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans
(EUA, 2009) De Werner Herzog. Com Nicolas Cage, Val Kilmer, Eva Mendes, Jennifer Coolidge, Michael Shannon.

"Vício Frenético" podia ser mais um remake ou apenas mais um filme policial qualquer. Até porque todos os elementos para se fazer um filme de ação barato e desancabido estão lá. A diferença é que os filmes de ação baratos e desencabidos não contaram com a direção brilhante de Werner Herzog e com uma das melhores atuações de Nicolas Cage em anos. Sério. Muitos pensaram que talvez em "Adaptação" Nick Cage tenha dado seus últimos suspiros de bom ator no século XXI. Riram dele quando teve atuações fracas (mas lucrativas) em "A Lenda do tesouro Perdido), e em bombas literais como "O Vidente" e "Perigo em Bancock". Pois nesse filme ele mostra que ainda sabe ser um grande e competente ator.

Em Nova Orleans, logo após a destruição causada pelo furacão Catrina, uma família de imigrantes senegales é assassinada e a polícia desconfia de uma gangue local. Para isso, eles precisam desarmar todo um esquema de corrupção e de venda de drogas ligados ao traficante local, Big Fate, principal suspeito dos assassinatos. No comando das investigações está o Tenente Terecnce McDonagh, viciado em Vicodin, seu remédio para dor e praticante de diversos crimes e corrupções dentro da polícia de Nova Orleans. Ele revista adolescentes para conseguir drogas e dinheiro, usa métodos sujos para se livrar de evidências e multas de trânsito, aposta ilegalmente em resultados de jogos e se envolve com a prostituta Frankie, que vê em Terrence seu porto seguro. Ele chega ao cúmulo de desligar o oxigênio de uma velhinha para conseguir uma declaração! Só que tudo isso é por debaixo dos panos, pois o tenete sabe muito bem onde pisa quando o assunto é se dar bem. E com isso, ele ganha cada vez mais créditos, até meter os pés pelas mãos num esquema que envolve lavagem de dinheiro, drogas e um incidente com um dos clientes de Frankie, indo parar no meio de uma investigação do conselho de ética da polícia.


O melhor de "Bad Lieutenant" é mesmo a atuação de Nicolas Cage. A cada segundo de suas barbaridades, o espectador deseja que ele morra no final, de tão mal caráter, sujo e corrupto. mas ao mesmo tempo, seu Terrence Mc Donagh conquista a simpatia e carisma do público. Destaque para a atuação de um sumido Val Kilmer, de uma dramática Jennifer Coolidge (acostumada a ser vista em comédias como "Legalmente Loira" e "American Pie") e de uma estonteante Eva Mendes, provando que não é só um rostinho bonito.


Werner Herzog entrega um filme polêmico sobre o esquema de corrupção policial que se arma em Nova Orleans mas que pode acontecer em qualquer parte do mundo (vide "Tropa de Elite"). O filme é um remake de "Vício Frenético", de 1992. Não sei se pode ser considerado o melhor trabalho do diretor alemão, que tanto contribuiu para a história do cinema. O filme mistura efeitos hollywoodianos com esquemas do cinema autoral característico de Herzog. Pessoalmente, quando vi no Festival do Rio, achava que era uma das apostas para o Oscar 2009, sobretudo pela atuação de Nicolas Cage. Mas as apostas estão indo pelo lado contrário. Exibido no último Festival de Veneza, na Mostra Competitiva.

Nota: 8,5

Primeiras imagens do elenco oficial de Wall Street 2

do Omelete

A revista Vanity Fair reuniu o elenco de Wall Street 2 - Money Never Sleeps, continuação do filme de 1987 Wall Street - Poder e Cobiça, para uma sessão de fotos com a famosa fotógrafa de celebridades Annie Leibovitz.

Confira na galeria uma foto do diretor Oliver Stone ao lado dos atores Michael Douglas, Shia LaBeouf, Carey Mulligan e Josh Brolin, e outra de Douglas, encarnando o ícone oitentista Gordon Gekko.

Na trama, ambientada entre junho de 2008 e a ajuda do governo aos bancos, Gordon Gekko (Douglas) sai da cadeia depois de 21 anos e encontra um mercado financeiro à beira do colapso. Ao mesmo tempo em que Gekko tenta se reaproximar de sua filha, o noivo dela, Jacob (LaBeouf), um jovem corretor de Wall Street, tem uma vingança própria em curso, depois da morte de seu mentor (Frank Langella).

Brolin viverá o vilão, diretor de um banco de investimento, alvo da vingança de Jacob, cuja mãe será vivida por Susan Sarandon. Diretor do original, Stone retorna ao posto.

O longa tem estreia marcada para 23 de abril.

Clique nas imagens para ver em tamanho maior

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