terça-feira, 2 de novembro de 2010

Eu Matei a Minha Mãe

J'ai tué ma mère"
(
Canadá, 2008). De Xavier Dolan. Com Xavier Dolan e Anne Dorval.

Não, este não é um post confessional, graças ao bo Deus. Mas o filme, sim. Embora o título mais engane do que esclareça, foi exatamente o nome do filme que me fez querer assistir a "Eu Matei a Minha Mãe", há um ano atrás, no Festival do Rio 2009. E eis que só agora o filme desembarca em algumas salas Brasil afora, mesmo que merecesse ser visto pelas multidões. Esse é o filme de estreia de Xavier Dolan, mais novo gênio do cenário cool cinematográfico - dentro e fora do Canadá. Com apenas 20 anos e com um filme quase autobiográfico, Dolan conseguiu ir parar na Quinzena dos Realizadores em Cannes e fazer a alegria de um zilhão de jovens apaixonados iguais a ele: cools o suficiente para não se importar com a opinião dos outros, fazendo um cinema inovador.

"Eu Matei a Minha Mãe" conta a história de Hubert, um adolescente perdido em meio às descobertas da juventude que odeia a mãe. Odeia mesmo. Todas as atitudes dela são repulsivas a ele. Mas como odiar a própria mãe? Isos não é pecado? É sobre esses questionamentos que o filme se desenrola. Hubert ama e odeia a mãe ao mesmo tempo. Ela, por sua vez, não colabora nem um pouco para que a relação dos dois se estabeleça com harmonia. O pai, ausente, vê a solução em mandar o garoto para um colégio interno.

O filme é brilhantemente rodado. Durante a projeção vemos as emoções de Hubert se desenrolarem em metáforas visuais, no melhor estilo Amélie Poulain. E ainda tem o problema de o rapaz ser homossexual e não ter contado à mãe. Quando a mesma descobre, o pior não é ela ter descoberto e sim de ele não ter contado. Um filme lindo, que o mundo não aprecia. Na parede do quarto do namorado de Hubert vemos ícones da chamada "cultura pop": James Dean. Coco Chanel, River Phoenix, referências a Van Gogh e até à Audrey Hepburn. Realmente não observamos o cinema canadense com cuidado. Uma coisa mais me chamou a atenção no filme. Quando o personagem diz "Todo mundo odiou a mãe em algum momento, seja por um ano ou por um segundo", ele está errado?

Só pra constar: "Eu Matei a Minha Mãe" é a escolha do Canadá para o Oscar 2010.

Nota: 9,0

domingo, 31 de outubro de 2010

Atividade Paranormal 2

Paranormal Activity 2
(EUA, 2010) De Tod Williams. Com Sprague Grayden, Brian Boland, Molly Ephraim, Katie Featherson e Micah Sloat.

Depois de ter feito sensação no ano passado ao se consagrar como o filme de terror do ano, não demorou muito para "Atividade Paranormal" ganhar uma sequência, dessa vez pelas mãos de um grande estúdio, a Paramount. E a sequência consegue ser bem melhor do que a original (que eu detestei, particularmente, indo contra toda a maré de pessoas que não conseguiram dormir por dois meses depois de assistir ao filme). Se o primeiro filme se deixou valer pelo marketing e pelo boca-a-boca (mentiroso) de que tudo seria baseado em fatos reais, o segundo filme agora conta com a fama do original para levar multidões aos cinemas. E funcionou, já que nos Estados Unidos o filme se mantém em primeiro lugar, e aqui só não foi capaz de deter o furacão "Tropa de Elite 2".

A história de "Atividade Paranormal 2" se passa três meses antes do ocorrido no primeiro. Desta vez, a irmã de Katie, Kristi, é que é a vítima dos estranhos acontecimentos na casa. Após eles serem, aparentemente, vítimas de uma invasão que deixou sua casa revirada, a família de Kristi decide instalar câmeras de segurança na casa toda. O marido de Kristi, Daniel, e a enteada, Ali, também filmam seu cotidiano com uma câmera. Os acontecimentos começam a ficar piores e tudo é registrado pelas câmeras, que provam que Kristi tem ligação direta com o que está acontecendo, sobretudo através do seu filho, Hunter.

Esqueça o primeiro filme. O segundo não só se sustenta como bom suspense, como explica tudo o que aconteceu no longa anterior, dando todo sentido à história. Apesar do lenga-lenga que se arrasta pelo filme, já que demora demais até que algo aconteça, os sustos estão muito sofisticados e realmente assustam. Todas as peças dos dois filmes se encaixam perfeitamente, inclusive fazendo uma ponte entre eles - e talvez com uma possível terceira parte.

A verdade é que "Atividade Paranormal 2" é fruto de grande trabalho por parte dos grandes estúdios de Hollywood, que viram a oportunidade de fazer negócio com uma ideia simples. No fim das contas, o espectador ganha um filme muito melhor produzido, com aquela contínua aura de "baseado em fatos reais", mas que dessa vez são muito mais convincentes do que simplesmente a fechada de porta pelo vento, do primeiro.

Nota: 7,5

Viva o Coronel Nascimento! "Tropa 2" é o mais visto da retomada do cinema nacional

-Vai encarar, rapá?

"Tropa de Elite 2" se tornou o filme brasileiro mais assistido da história do cinema, desde a chamada Retomada. Eu nunca escondi que não sou tão fã do cinema nacional, por algumas questões particulares. Além do gosto pessoal (e de uma pitadinha de preconceito resistente, admito), o fato é que o nosso cinema é invadido por tramas que são muitas vezes copiadas dos folhetins que não cansam de invadir a nossa televisão.

Mais do que isso, o investimento que filmes destes calibres recebem, em comparação a filmes mais elaborados, são cada vez maiores. Afinal, filmes simplórios em roteiro, mas cheios de atores globais e rostos bonitos são o carro-chefe do nosso cinema.

"Tropa de Elite", o primeiro e o segundo, mistura pitadas de vários temperos, e consegue criar uma trama crível, de apelo popular, e cheio de investimentos, sem apelar pra mesmice. A segunda fita, por exemplo, dá um significativo avanço com relação à primeira, quando o assunto é reflexão do cotidiano.

Por isso, eu fui um dos entusiastas que esperou o dia em que "Tropa de Elite 2" destronou "Se Eu Fosse Você 2" do posto de mais visto do cinema nacional desde a retomada. Pra mim, a sequência dirigida por Daniel Filho não só não é engraçada, como também não acrescenta um pingo de originalidade. O único mérito do longa, pra mim, é ajudar a alavancar Glória Pires, uma grande atriz, ao posto que merece ocupar. Só.

É claro que o cinema precisa de filmes como estes, afinal, a massa clama por coisas assim, e até os mais intelectuais precisam de filmes mais besteirol e menos cult. Tudo bem, isso até eu admito, quando entrei no cinema pra ver "Marmaduke". Defendo a existência de quantos "Se Eu Fosse Você" sejam precisos, desde que surjam Tropas de Elite de vez em quando.

Veja abaixo as dez maiores bilheterias do cinema brasileiro desde 1970. Os dados são do Observatório Brasileiro do Cinema e Audiovisual, da Ancine. (retirado do Blog do Artur Xexéo)

1. "Dona Flor e seus dois maridos" (1976)......................10, 7 milhões de espectadores

2. "A dama do lotação" (1978)...............................................7,8 milhões

3. "Tropa de elite 2" (2010)...................................................6,2 milhões

4. "Se eu fosse você 2" (2009)..............................................6,1 milhões

5. "O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão" (1977)......5,7 milhões

6. "Lúcio Flávio, passageiro da agonia" (1977).................5,4 milhões

7. "2 filhos de Francisco" (2005).........................................5,3 milhões

8. "Os saltimbancos trapalhões" (1981).............................5,2 milhões

9. "Os Trapalhões na Guerra dos Planetas" (1978).......5,08 milhões

10. "Os Trapalhões na Serra Pelada" (1982).....................5,04 milhões

Há quem diga que os filmes do Mazzaroppi atraíram muito mais de 20 milhões de espectadores, sendo que os filmes foram exibidos em cinemas do interior do Brasil, ficando em cartaz por muito tempo, alguns por anos a fio. Infelizmente, dados sobre a exibição desses longas, ainda mais em lugares tão remotos do país, nunca foram concretizados.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Você gosta e frequenta os cinemas de rua?



Você gosta e frequenta os cinemas de rua? Odeon, Roxy, Estação Botafogo, Espaço de Cinema, Unibanco Arteplex, Cine Glória e afins? Entre em contato. Precisamos da sua ajuda!

Eu e uma equipe da Faculdade de Comunicação Social da Uerj estaremos realizando um documentário sobre os cinemas de rua do Rio de Janeiro e se você quiser participar, dando o seu depoimento sobre porquê você gosta deles (ou porque prefere os grandes Multiplex nos shoppings), deixa um comentário aqui ou envie um e-mail para mvdonascimento@yahoo.com.br

Você também pode responder pelo twitter no @mvdonascimento ou então via Facebook, deixando um recado pra mim no "Curtir" aí em baixo.



Ou seja, meios de participar não faltam. Ajude a gente ^^

As Aventuras Extraordinárias de Adéle Blanc-Sec

Porque eu me recuso a chamar o filme de "As Múmias do Faraó"

Quando você pensa em cinema francês logo vem à mente um ar de sedução e mistério ou aquela sensação de obra de arte que só os europeus conseguem traduzir em película. Sem dúvida os primeiros filmes que vem à cabeça são os da nouvelle-vague, ou os noir, ou obras mais contemporâneas e artísticas como “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” ou “Piaf – Um Hino ao Amor”. Enfim, pra muita gente, o cinema francês é sinônimo de chato.

Porém, um dos diretores que mais foge desse conceito, Luc Besson (“O Quinto Elemento”), prova mais uma vez que nem só de filmes mais cabeça vive o cinema francês. Ele é o responsável por provar que a França também sabe fazer filmes de ação e aventura e isso está presente no seu novo longa, “As Múmias do Faraó”, que é uma adaptação dos quadrinhos franceses “As Aventuras Extraordinárias de Adéle Blanc-Séc”.

O filme ficou por várias semanas em primeiro lugar nas bilheterias da França e em outras regiões da Europa, roubando um pouco das atenções da mídia durante o glamour do Festival de Cannes deste ano, época em que o longa esteve em cartaz.

Nas histórias dos quadrinhos, Adéle Blanc-Séc é uma repórter aventureira do início do século XX que vai até o Egito em busca de uma cura para a doença de sua irmã. Ao retornar a Paris, ela descobre que um ovo de dinossauro de milhões de ano eclodiu e a criatura está aterrorizando a cidade. Adéle vai atrás de resolver o mistério enquanto continua em busca da cura para sua irmã.

O filme abusa dos recursos visuais e tem uma direção de arte e figurino reconstituídos para serem fiéis à época dos acontecimentos, mais ou menos nos anos 1910. Os quadrinhos de Adèle foram publicados entre 1976 e 1998, em oito álbuns. A personagem é famosa na França por ser uma representante fiel das feministas, carregada de humor crítico contra os homens.

A Imagem Filmes anuncia que em breve o filme chega aos cinemas brasileiros, mais precisamente no dia 22 de outubro. No elenco, estão Louise Bourgoin, dos filmes “A Garota de Mônaco” e “O Pequeno Nicolau”, em cartaz em alguns lugares do país, e Mathieu Almaric, famoso ator francês protagonista de “O Escafandro e a Borboleta”.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2


Tropa de Elite 2
(Brasil, 2010) De José Padilha. Com Wagner Moura, Irandhir Santos, André Ramiro, Maria Ribeiro, Thainá Muller, André Mattos, Milhem Cortaz e Seu Jorge.

Em 2007, um dos maiores filmes brasileiros estava sendo lançado. Isso em outubro, depois de um imenso barulho que o filme já estava fazendo havia meses, devido à venda de cópias piratas, em um camelô perto de você. Bravamente, contra toda a corrente que já esbravejava bordões como "Pede Pra Sair", "Faca na Caveira", "Bandido Bom é Bandido Morto" e afins, eu assiti ao filme apenas na sua estreia no cinema. Lembro do arrepio que deu quando começam os créditos iniciais e toca a música tema do filme, "Tropa de Elite", do Tijuana. Três anos depois, o burburinho é o mesmo, mas não por causa da pirataria, e sim por causa do combate a ela. "Tropa 2" chegou aguçando a mesma multidão que anos atrás aclamou Capitão Nascimento como ícone. O filme começa. Créditos iniciais com a mesma música tema. Arrepios.

Na continuação do filme de 2007, Roberto Nascimento, agora Coronel Nascimento, comanda o serviço de inteligência da Polícia Militar, após um incidente em Bangu 1 que o tirou do BOPE. Neste novo serviço, ele vai continuar a sua luta contra o tráfico, dando mais artilharia e condições para o BOPE, o que favorece um outro sistema corrupto, que se aproveita da expulsão do tráfico para ocupar as comunidades, cobrando por serviços: as milícias. Nascimento vai agora combater um inimigo que se encontra dentro da polícia, além de ter que resolver suas próprias questões familiares. Seu filho de 15 anos está cada vez mais distante e sua ex-mulher se casou novamente com um dos adversários de Nascimento, o ativista dos Direitos Humanos, Diogo Fraga. O problema é que Nascimento nem desconfia que o sistema corrupto que tem que combater tem proporções muito maiores do que imagina.


Nem dá pra dizer o quanto "Tropa 2" conseguiu se superar ao original. Talvez porque agora os eventos do filme estão muito mais próximos da realidade atual do Rio de Janeiro, fazendo com que todos os cariocas tenham aquela sensação de deja-vú. É muito dificil não relacionar cada personagem da ficção com os personagens da vida real, e ao mesmo tempo, não tem como você dizer que não é ficção. Mérito de José Padilha e Bráulio Mantovani, roteiristas do filme, que construiram um longa com uma ótima narrativa. Padilha também é mestre na direção, com imagens e angulações de câmera muito melhores do que em "Tropa 1".



Se por um lado a narrativa é a base para o filme funcionar, as atuações são a execução perfeita. Wagner Moura sustenta com perfeição o personagem que nasceu pra fazer, o osso-duro-de-roer e cismado Coronel Nascimento, que sempre busca fazer o bem e combater quem não faz. Todo o elenco se encaixa perfeitamente em seus papeis, ajudando o filme a ter um a carga dramática muito maior do que o primeiro. Mas é Wagner quem sempre traz de volta a essência do filme, quando o espectador acha que já está vendo um documentário.



Mesmo sem ter tantas referências que devem ficar na cultura pop brasileira, como o primeiro tinha, "Tropa de Elite 2" acerta ao trazer uma conotação profundamente política, como nunca antes vista no cinema nacional. É um filme que faz pensar e refletir sobre quem é quem no nosso cotidiano. Uma pena que o longa não tenha saído antes do primeiro turno das eleições. Muito deputado ia perder voto. Pena também que a maior parte da plateia que estava comigo no cinema (lotado) ficou decepcionada ao ver que não tinha tanta ação nesse segundo filme, e preferia ver mais balas comendo, mais vagabundo morrendo, ao invés de uma reflexão do nosso tempo*. É um erro achar que a franquia "Tropa de Elite" é só pra entreter as massas. Quem tem ouvidos, ouça.

Nota: 10



*Observação feita a partir dos comentários ouvidos ao término da sessão, feitos por espectadores do filme no UCI Kinoplex Norteshopping, no dia 10/10/10.

O que eu perdi durante o Festival do Rio 2010

O Festival do Rio mexe com algumas pessoas. Tanto que ele já acabou há uns cinco dias e eu ainda estou aqui falando dele. Com isso, eu meio que esqueço do mundo exterior, mas muita coisa aconteceu enquanto eu estava fora. Vamos ver o que eu perdi durante o Festival do Rio 2010:

- A Warner Bros. anunciou que o filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1” não será mais lançado nos cinemas na versão 3D.

- A atriz Natalie Portman acaba de deixar a ficção científica “Gravity” devido a conflitos em sua agenda. Já é a segunda vez que o filme perde sua protagonista. A princípio, o papel principal havia sido oferecido á Angelina Jolie, que também desistiu. Quem entra no lugar dela é Sandra Bullock.

- Mackenzie Fox, de 9 anos foi confirmada no elenco de “Amanhecer” pela própria autora da série, Stephenie Meyer, via Facebook. Ela interpretará Renesmeé, filha de Edward e Bella.

-Johnny Depp e Tom Hanks estão se matando para conseguir um papel no novo filme de Kathryn Bigelow, “Triple Frontier”, que se passa na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. O que um Oscar não faz.

- A atriz Renée Zellweger estaria em negociações para se juntar ao elenco do filme “Se Beber, Não Case 2”. Esta será a segunda vez que ela atuará ao lado de seu namorado na vida real, o ator Bradley Cooper. A primeira vez foi no suspense “Caso 39“.

-“A Rede Social”, filme de David Fincher sobre a história do Facebook, faz sucesso nos Estados Unidos e assume a liderança na sua estreia.

-Morreu o ator Tony Curtis, aos 85 anos.

- A atriz britânica Emma Thompson (“Nanny McPhee e as Lições Mágicas“) acaba de se juntar ao elenco da ficção científica “Homens de Preto 3“. Ela deve interpretar a agente O, chefe do MIB no ano de 1969. As filmagens começarão em poucas semanas em Nova York.

- O elenco do próximo filme do diretor brasileiro Fernando Meirelles, o drama “360“, já começou a crescer e teve mais um nome confirmado. Sir Anthony Hopkins (“O Lobisomem“) foi contratado para participar do longa. Além dele, Rachel Weisz também foi confirmada. Estão em negociações a atriz Francis McDormand e o rapper Eminem.

- Os seis filmes da saga Star Wars voltarão em ordem cronológica aos cinemas em formato 3D, informou a Lucasfilm Ltd, que realizará a conversão ao formato junto aos estúdios 20th Century Fox. (Ah, vá, é mermo?)

- Emma Watson, que desde 2001 faz o papel da bruxa Hermione Granger na franquia Harry Potter, assinou contrato para estar na cinebiografia de Marilyn Monroe, “My Week With Marilyn”. Monroe será interpretada por Michelle Williams (“Ilha do Medo“). Judi Dench (a M da série 007) e Kenneth Branagh (“Operação Valquíria”) completam o elenco confirmado.

- Christopher Nolan, diretor de “Batman Begins” e “Batman – Cavaleiro das Trevas”, revelou ao site Collider que já começou a trabalhar no roteiro do terceiro filme.

- O diretor Tony Gilroy (“Duplicidade“) assume o quarto filme da série Bourne, intitulado de “The Bourne Legacy“, que ele também roteiriza. Matt Damon, o Jason Bourne himself, está fora.

- Zack Snyder (“300”, “Watchmen”) está confirmado na direção de “Superman: Man of Steel” (Aleluia!). Snyder disse que começa os trabalhos assim que concluir “Sucker Punch”, seu novo projeto.

- J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter, disse, em entrevista à Oprah Winfrey, que pode escrever mais livros sobre o personagem. Ela se mostrou aberta a retomar as aventuras do bruxo depois de ter anunciado o fim da saga após o sétimo livro publicado em 2007, apesar de não ser algo que esteja em seus planos atualmente.

Filmes:
Comer, Rezar, Amar
Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme
A Lenda dos Guardiões
Os Vampiros que se Mordam