sábado, 9 de abril de 2011

500


Uau! 500 postagens...

Parece pouco né? Mas é. Pra alguém que diz gostar tanto de cinema, eu poderia escrever muito mais. Mas isso eu me cobro depois porque agora eu quero é celebrar!

São mais de 3 anos fazendo este blog, algo que já é parte da minha vida. Comecei ele junto com a faculdade de jornalismo. Esta já está acabando, mas o blog não há de morrer tão cedo. Já quase aconteceu, mas não irá acontecer!

Não poderia comemorar 500 posts de maneira melhor! Com a estreia de "Rio", a animação de Carlos Saldanha que vai levantar o ânimo dos cariocas que amanheceram no dia 07 de abril de um forma muito triste, uma tristeza sem precedentes...

E tem novidade no Cinemarcos! Eu podia contar elas pra vocês, né, mas que graça tem? Vasculha aê e depois eu conto!

Ah, me segue no twitter, vlw? @mvdonascimento
Facebook, e-mail, o escambau a quatro tá tudo ali em cima no menu.
No mais, post seus comentários, me xingue com moderação e participe. Parabéns! Que venham outros 500!

terça-feira, 29 de março de 2011

#RIP Farley Granger (1925-2011)


Farley Granger. São poucas as pessoas que ligariam o nome à pessoa. Eu sou uma delas. Granger protagonizou o meu Hitchock favorito, “Festim Diabólico”. Ele faleceu nesta terça-feira, na semana seguinte à grande diva Elizabeth Taylor. Ficou famoso por “Festim” e “Pacto Sinistro”, outro clássico do Mestre do Suspense. E esses são os seus únicos trabalhos mais lembrados fora dos Estados Unidos.

A verdade é que Farley Granger teve seus dias de glória em uma Hollywood que começava a ser tomada pelo desespero de fazer dinheiro. Claro, isso sempre existiu. A prova disso foi o todo poderoso Samuel Goldwyn, um dos donos da Metro-Goldwyn-Mayer, a MGM, ter colocado sua confiança na beleza do ator, e não no seu talento. Não poderia ter havido prova de fogo melhor. Para os personagens introvertidos, mas charmosos, de Hitchcock, ele era perfeito.

Aliás, veja a diferença dos padrões de beleza de antigamente, tanto para homens, quanto mulheres. Na época de Granger, o charme contava muito mais do que a beleza física em si –seja lá o que isso signifique. Nomes que o cercavam àqueles tempos, como Cary Grant e Humphrey Bogart, aliavam o charme a um talento inegável para tipos inesquecíveis.

Em “Festim Diabólico”, filme de 1948 que ficou conhecido pelo plano sequência eterno de Hitchcock, Granger interpreta Philipe Morgan, um rapaz introspectivo que é responsável pelo assassinato de um outro jovem, junto com seu colega de quarto, Brandon, interpretado por John Dall. Perto de receber convidados para um jantar, os dois decidem armar um pequeno circo e esconder o corpo em um baú que ficaria o tempo todo no centro da sala. O filme foi baseado na peça de mesmo nome, que por sua vez foi baseada num caso verídico de dois jovens londrinos. À época, Hitchcock foi acusado de fazer um filme subversivo, com dois personagens homossexuais enrustidos (afinal, dois homens bem asseados morando sozinhos num apartamento, a sociedade desconfiava logo). Os boatos e o bom desempenho do filme só renderam mais elogios a Granger.

Em "Festim Diabólico", com James Stewart e John Dall

Depois disso, ele fez alguns outros trabalhos, até estrelar outro filme de Hitchcock, “Pacto Sinistro”, de 1951. Nele, Granger interpreta um homem que está de saco cheio da esposa e encontra um estranho em um trem. O estranho, com tendências psicóticas e que queria se livrar do pai, propõe a ele que façam uma troca. Um mata o familiar do outro e ninguém fica sabendo.

Cena de "Pacto Sinistro"

Granger depois enveredou uma longa carreira na televisão, após finalmente decidir estudar teatro. Passou por telenovelas, séries, minisséries, filmes para a TV, outros filmes para cinema (um deles com o italiano Luchino Visconti) e espetáculos na Broadway, todos sem a mesma expressão de um Hitchcock. Ele faleceu de causas naturais, sem muito rancor, sem aquele deslumbre tresoloucado das celebridades de hoje, vivendo uma vida boa e amando sua profissão. Seu último trabalho foi no filme para TV, “A Arte do Engano”, de 2001.

Sucker Punch - Mundo Surreal

Sucker Punch

(EUA, 2011) De Zack Snyder. Com Emily Browning, Abbie Cornish, Jena Malone, Vanessa Hudgens, Jamie Chung, Carla Gugino, Oscar Isaac e Scott Glenn.

“Sucker Punch” está em produção desde que Zack Snyder terminou as filmagens de “Watchmen”. Aliás, não fosse a ousadia de filmar a bíblia dos quadrinhos, “Sucker Punch” ainda viria primeiro. O projeto é o primeiro escrito por Snyder, em parceria com Steve Shibuya, então pode-se dizer que os estúdios já confiam plenamente no seu trabalho. Snyder cresceu como diretor, mas quem cresceu mesmo foi a protagonista do filme, Emily Browning. Lembra dela, a Violet Baudelaire de “Desventuras em Série”? Agora ela tem 20 anos e já pode sair por aí demonstrando uma sensualidade tão surreal quanto a imaginação de sua personagem, BabyDoll. Também cresceram Vanessa Hudgens, ex- “High School Musical”, e Jena Malone, garota prodígio de filmes como “Lado a Lado” e “Galera do Mal”.

Após a morte da mãe, Baby Doll é levada pelo padrasto para um hospício, após ele incriminá-la pelo assassinato da irmã mais nova. Lá, ela conhece um mundo tenebroso de tortura e abandono e logo planeja escapar de sua lobotomia, marcada para dali a três dias. Nesse meio tempo, ela conhece as internas Blondie, Amber e as irmãs Rocket e Sweet Pea, e traça um plano de fuga do hospício. Só que para não encarar o mundo como ele é de verdade, Baby Doll cria uma fantasia imaginária em um mundo paralelo, que só existe na sua cabeça. Assim, enquanto arquiteta o plano para deixar o sanatório, ela vira dançarina de bordel, enfrenta nazistas-zumbis na Segunda Guerra Mundial, dragões em castelos medievais, entre outros inúmeros elementos de seu mundo surreal.

“Sucker Punch” é uma explosão visual do começo ao fim, assim como foram os dois filmes anteriores de Snyder, “300” e “Watchmen”. Embora seja cheio de efeitos especiais e cenas de ação (o tempo inteiro), o roteiro é bem amarrado e as pontas surreais vão se encaixando aos poucos, de forma que o espectador até se perde no começo, mas logo encontra uma linha de raciocínio que faz com que ele consiga acompanhar a jornada de Baby Doll.

São vários mundos imaginários e batalhas fantasiosas – um mundo surreal de fato, como sugere o título brasileiro. Em um visual caprichado, mesmo que exagerado, acompanhamos as aventuras das garotas como uma espécie de videogame, onde é preciso passar de fases e vencer os chefões para atingir seus objetivos. O ‘quê’ a mais fica por conta da sensualidade das meninas. Escolhidas a dedo por Snyder, elas deveriam passar a sensação de garotas indefesas que escondem uma arma mortífera por baixo da capa de cordeiro. E é assim que elas se comportam. Abbie Cornish, de “Brilho de Uma Paixão”, aparece como a mais forte e racional das cinco, enquanto Jena Malone, sua irmã Rocket, é a mais esperançosa. Vanessa Hudgens aparenta ser a mais frágil, porém sedutora, Blondie. Coube a Jamie Chung a parte do intelecto. E Emily Browning é a cola que junta todas elas, mostrando porque Baby Doll é tão especial.

O filme é exagerado e – assim como na recente filmografia do diretor – longo. Snyder engana o espectador ao final, quando dá uma reviravolta na trama e todas as peças se encaixam, num thriller perfeito. A trilha sonora baseada em canções pop e composições originais ajudam a dar o tom. “Sucker Punch” é o chamado ‘filme de autor’ adaptado para o jeitinho de Snyder: fantasioso, audacioso, cheio de ação e com um estilo visual característico.

Nota: 9,0


VIPs


VIP’s
(Brasil, 2010) De Toniko Melo. Com Wagner Moura, Roger Gobeth, Milhem Cortaz, Jorge D’Elia, Gisele Fróes, Juliano Cazarré.

Marcelo Nascimento passou quatro dias fingindo ser o filho do dono da empresa de aviação Gol, durante o Recifolia de 2001. Enganou um monte de gente, inclusive os atores Carolina Dieckman, Marcos Frota e Ricardo Macchi. Essa é a história que ficou conhecida do grande público, até porque o pilantrão fez questão de dar uma entrevista histórica para Amaury Jr. O resto pode ser conferido em “VIP’s”, longa de estreia de Toniko Melo que se aproveita de parte da história para narrar uma trama fictícia. Alguns fatos foram distorcidos (até mesmo para preservar a imagem de quem se viu vítima do golpe), mas a maioria se mantém fiel ao livro “Histórias Reais de um Mentiroso”, de Mariana Caltabiano. O longa venceu o Festival do Rio 2010, inclusive com prêmios de Melhor Ator para Wagner Moura, Melhor Ator Coadjuvante para Jorge D’Elia e Melhor Atriz Coadjuvante para Gisele Fróes.

Louco por aviação, o jovem Marcelo, apelidado de Bizarro por alguns conhecidos, decide fugir de casa em busca do sonho de se tornar piloto de avião, como o pai. Perito na arte de imitar e enganar os outros, ele se mete com um cartel paraguaio de drogas para conseguir sua habilitação. Depois de ser preso e depois liberado, ele retorna ao Brasil ainda com o sonho de ser alguém importante. É quando ele planeja dar um golpe maior do que ele mesmo imaginara. Ele não sabia, porém, era o quanto esse golpe daria certo, e se não fosse por alguns deslizes, nem daria errado no fim.


Confesso que esperava mais de “VIP’s”. Vencedor do último Festival do Rio, com sessões disputadas a tapas, o longa de Toniko Melo se limita apenas a tentar fazer com que o espectador se afeiçoe ao “bandido problemático” com uma trilha sonora bem amarrada e imagens bem filmadas. Porém o roteiro é fraco e sem vida. Como todo mundo já sabe da história, o diretor apenas conduziu a narrativa. Até o que deveria ser surpresa todo mundo já saca bem antes do final do filme.

O filme tem boas piadas, além de fazer lembrar de que essa foi uma história real e aí sim o espectador se pega pensando em como alguém conseguiu bolar uma trama dessas. A forma como foi trabalhado o conflito interno do personagem, de parecer não saber quem é e “não fazer isso por mal” também merece destaque. Sem falar que Wagner Moura salva qualquer cena em que apareça, mostrando um personagem altamente fragilizado por traumas que não são explicados. Aliás, nada é muito explicado no filme, você tem que deduzir sozinho como alguém consegue um helicóptero, um quarto de hotel luxuoso, seguranças e entrada numa área VIP simplesmente na base do nome e da lábia. Pensando bem, nem é tão difícil assim. A famosa carteirada acontece o tempo todo, mas enfim, isso é outra história.



“VIP’s” parecia mais. No fim, fica uma história interessante que com certeza se encaixa em um nível diferente do cinema nacional, em que pelo menos se tenta fazer uma história de verdade. Só me chama a atenção o fato de não terem conseguido nenhum adolescente mais cabeludinho pra fazer o Marcelo nessa faixa etária. O próprio Moura (tentou) interpreta(r) o garoto. Tinham que colocar o Wagner Moura emo? Se bem que, em se tratando do ator, que já interpretou até uma mulher na TV, qualquer papel é bem realizado.



Nota: 6,0

sábado, 26 de março de 2011

Esposa de Mentirinha


Just Go With It
(EUA, 2010) De Dennis Dugan. Com Adam Sandler, Jennifer Anniston, Brooklyn Decker, Nick Swardson e Nicole Kidman.

O Havaí deve ter um encantamento mágico que faz com que os filmes do Adam Sandler se tornem mais divertidos. Foi assim em “Como Se Fosse a Primeira Vez” e o efeito se repete agora em “Esposa de Mentirinha” (título ruim, mas fazer o quê). Comparando com títulos como “Zohan” e “Um Faz de Contas que Acontece”, o novo filme de Sandler ajuda a levantar a moral do comediante, que é um dos maiores nomes da comédia americana e continua na ativa com bons trabalhos, mesmo sendo da chamada “velha guarda”. Will Ferrell, por exemplo, não está tendo a mesma sorte e Ben Stiller tem andado bem fraco. Depois de “Gente Grande”, filme mediano, Sandler engata esta comédia romântica clichê, como todas as outras, mas com piadas que funcionam e fazem o espectador rolar de rir.

O cirurgião plástico Danny sempre usa um truque para conquistar as mulheres: usa uma aliança e finge que é casado, mas que leva um relacionamento terrível com a esposa. Assim, ele consegue a atenção de todo o tipo de mulher. Até que um dia ele conhece Palmer, uma garota linda, atraente e inteligente que cativa o coração dele no primeiro instante. Mas ao descobrir a aliança falsa, Palmer exige uma explicação de Danny, que recorre à sua assistente Kathryn. Ela sugere que Danny diga a Palmer que está se divorciando, mas ninguém contava que Palmer iria querer conhecer a suposta ex-esposa. É aí que Kathryn terá que bancar a esposa de mentirinha, mas por quanto tempo Danny conseguirá levar essa mentira adiante?

Cheio de boas piadas, é o carisma do casal principal que segura a onda do filme todo. Adam Sandler faz o sujeito bacana de sempre, mas Jennifer Aniston está absolutamente deslumbrante. Pena que ela sempre tenha cara de Rachel... Mas nesse papel ela consegue ótimos momentos de destaque. Os coadjuvantes também estão ótimos, sobretudo as crianças Bailee Madison e Griffin Gluck, os filhos de mentirinha, mercenários que só eles.
Como não foi divulgado para manter uma certa surpresa, o comentário a seguir vai como SPOILER: O que é Nicole Kidman nesse filme? Ela talvez tenha entregue o personagem mais irritante da sua carreira – com exceção de Sarah Ashley, de “Austrália”, que é hors concours. Mas isso não quer dizer que Kidman não esteja hilária no papel de Devlin, a amiga má de Kathryn que pode ser a responsável por desmascarar a trama. Destaque também para o cantor Dave Matthews, numa participação super engraçada.

Nota: 9,0

sexta-feira, 25 de março de 2011

Diários do Roacutan



Resolvi fazer um texto sobre o famigerado Roacutan, que tanto falei (e tomei) nos últimos seis meses. Como muita gente, eu também fui procurar muitas respostas na Internet, já que todos nós brincamos um pouco de médico na hora da automedicação. E encontrei muita coisa na internet, por isso decidi contar o meu caso.

O Roacutan é um medicamento fabricado pela Roche com base no composto isotretinoína. O que você toma é basicamente ácido retinoico, ou seja, Vitamina A. Só é recomendado em casos muito específicos de acne vulgar, daquelas que não se trata com creme nenhum. No meu caso, eu usei para tratar as costas, o tórax e os braços, além do rosto, claro.

A coisa mais importante que eu aprendi é que ninguém é melhor para esclarecer as suas dúvidas do que o seu médico dermatologista. Primeiro, porque se ele te receitou o remédio, é porque ele viu que você tinha condições de tomar. Então não adianta espernear e implorar pra um dermatologista te passar o Roacutan se ele disser que não. Segundo, porque o médico passa a ser o seu principal aliado quando os efeitos começam – ele será parcial o suficiente pra te orientar. Por isso, NÃO se baseie em informações da internet se for tomar o remédio.

Agora, o fato de não se basear não significa que a troca de experiências não possa acontecer. No Twitter, Orkut e Facebook existem muitas pessoas usando o Roacutan que contam seus martírios diários. Eu mesmo era um que enchia o saco. É legal ver como o remédio se comporta com cada um, embora os efeitos variem muito de pessoa pra pessoa. Se você já não tiver ido ao Google e vasculhado tudo quanto é possível, procura pela hashtag #Roacutan no twitter e seja feliz. Mais uma vez: o médico é o único perfeitamente capaz de tirar suas dúvidas.

O que aconteceu comigo: no começo a pele ressecou pra caramba, descascando e esfarelando 24 horas por dia. Dava vergonha de sair na rua, ir pra faculdade, pro trabalho, etc. Mas viver era preciso. Então usava protetor solar o tempo todo. Os de FPS 30 dão conta do recado direitinho. Evite mesmo o sol, praia, piscina, etc. Se for um programão indispensável, como eu tive alguns, exagere sem vergonha no protetor. Sério. A diversão não compensa o tanto que você arde depois, por 1 semana ou mais.

Depois veio o ressecamento da boca, pra mim a pior parte. No começo tava tranquilo, mas com o passar dos meses, ela ficava tão ressecada, mas tão ressecada, que chegava a sangrar em algumas situações. Abrir a boca pra comer num restaurante virou um desafio. Não dava pra gargalhar de nenhuma piada sem estourar a boca em sangramento e até dormir era complicado. Apesar do susto, isso é normal e depois você aprende a lidar com isso.

Eu criei um vício de ficar umedecendo a boca com a língua o tempo todo (espero que isso passe), mas o melhor mesmo é comprar um hidratante. Se o seu dermatologista não passar nenhum específico (o que eu duvido), procure o Epidrat, que é muito bom, embora um pouco caro. Se você quiser uma opção mais barata, procure o LipCare da Nivea, que é à base de água. Mas NÃO use manteiga de cacau, só piora tudo e a beiça frita no sol. Ah, nem precisa dizer que não é bom ficar descascando a pele da boca, porque pode ocasionar feridas, embora seja muito incontrolável às vezes.

Para os rapazes: fazer barba é um tormento normalmente, imagine com a pele mais sensível. Opte pelos barbeadores elétricos no lugar dos descartáveis.

Eu não tive problemas com álcool, porque já não bebia antes, mas ele também deve ser evitado. O Roacutan é sintetizado no fígado, assim como o álcool. Então, pra não sobrecarregar o órgão, nada de porres homéricos e exageros na bebida.

Eu também evitei fazer atividades físicas prolongadas, porque em certo ponto comecei a ficar cansado demais, os músculos doíam por qualquer esforço, então achei melhor dar uma parada e retomar as atividades ao fim do tratamento.

Eu tive um problema em particular, que não sei se aconteceu com todo mundo. Com a pele muito sensível, fiquei mais suscetível a machucados, então vivia me cortando com um simples esbarrão. Dedos, braços, pernas, perdi as contas de quantos curativos eu usei. A pele das mãos fica esquisita, parecendo que você está mais velho, e o cabelo fica seco que dá vergonha. E não adianta quantos cremes você usar, ele continuará seco até o fim do tratamento.

Ah, e a depressão e as mudanças de humor? Não posso afirmar que meu estado de espírito tenha sido afetado pelo remédio, mas é verdade que você fica mais nervoso e mal humorado. Ás vezes batia uma tristeza que eu não sabia de onde. Mas me diz, com tantos efeitos colaterais, não é pra ficar nervoso? Minha boca simplesmente abria e se esvaía em sangue, meu cabelo tá um lixo, óbvio que isso me deixava chateado e estressado. Então, prefiro acreditar que é mais causa/efeito do que efeito colateral do remédio, mas...

Apesar de tudo isso, não foi um bicho de sete cabeças. Só de cinco rsrs. Sério, os efeitos são incríveis e a sensação de você passar a mão na sua pele e sentir tudo lisinho compensa qualquer efeito colateral que o remédio possa causar. Não é tão assustador quanto parece, é só um tanto desconfortável. Mais uma vez, CONSULTE seu médico em qualquer situação que você não saiba reagir. Mesmo que tenham sido similares ao que eu passei, cada caso é um caso e o seu organismo pode reagir diferente do meu.

Vão virar seus melhores amigos: protetor solar, hidratante labial, band-aid, drinks sem álcool e lenços de papel.

Fora isso, seja feliz!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Em construçao #mobile

O blog ta meio parado... Será que Marcos parou de ir no cinema???

Nâo. Definitivamente näo. Positivamente näo.

O problema mesmo é aquele que afeta a maioria das pessoas quando chegam à idade adulta: responsabilidades...

Trabalhando muito, estudando muito e tendo que comandar a reforma de uma casa, mais a mudança!
Näo sobrou tempo de descanso nem pra ir ao cinema, entao imagina pra atualizar o blog? To escrevendo esse texto do celular, a caminho do trabalho.

Nesse meio tempo, só assisti Besouro Verde, Bruna Surfistinhha e Esposa de Mentirinha. Mas em breve eu volto aqui com novidades, inclusive um novo layout!

É so ter paciencia e esperar mais um pouquinho!
Bjos no coraçäo e muitos filmes!