E não deixe de conferir a crítica de "Os Vingadores":
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Para entender "Os Vingadores"
E não deixe de conferir a crítica de "Os Vingadores":
Os Vingadores - The Avengers
Quando Loki consegue invadir a S.H.I.E.L.D. e roubar o Tessaract, uma fonte de energia tão poderosa que é capaz de abrir um portal entre as dimensões, o agente Nick Fury planeja em reunir os maiores heróis da terra para o projeto Avengers. Para isso, ele recruta os agentes Coulson e Natasha Romanoff (a Viúva Negra) para ir atrás das pessoas. Assim, Bruce Banner e Tony Stark (Hulk e Homem de Ferro, respectivamente) terão que unir forças com Steve Rogers – o Capitão América – para deter o plano de Loki: abrir o portal e liberar a entrada de criaturas que planejam dominar e governar a Terra. Para deter o irmão, Thor retorna de Asgard e se une aos heróis, que precisam salvar Nova York (e a Terra), além de resgatar o Gavião Arqueiro e o dr. Selvig, ambos sob o poder de Loki.
“Os Vingadores” consegue a proeza de unir todos os heróis sem desfalcar nenhum deles. Todos aparecem em equilíbrio, embora haja uma tendência natural de puxar uma sardinha a mais para o Homem de Ferro, o start da franquia. Assim também parece ser o relacionamento das estrelas na tela, atores acostumados a serem protagonistas de suas próprias franquias. O entrosamento dos atores, refletindo o espírito Marvel presente há tantos anos nos gibis, é fundamental para que o time de “Os Vingadores” transmita credibilidade. Tantos nomes bons e nenhum se sobressai, a não ser a própria marca dos Vingadores.
O humor é inevitavelmente presente em todo o filme, o que faz com que a diversão ao se assistir “Os Vingadores” seja muito maior. Acredito que, no fundo, além do respeito por tudo o que esses heróis representam na cultura pop atual, o entretenimento é levado muito a sério. Afinal, “Os Vingadores” provavelmente será a maior bilheteria do ano. E, ao contrário do que muitos possam pensar, os heróis não se anulam (nem os vilões), mas se complementam a dar a passagem para o outro, mostrando que nada é melhor do que um trabalho de equipe bem arquitetado, quando um sabe levar em consideração o talento que o outro tem.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Um fraco 2011?
Os super-heróis que o digam. “Lanterna Verde” pode ser usado
como exemplo máximoda falta de sal desta temporada. O filme com Ryan Reynolds
até agrada, mas não convence, tamanha a sua superficialidade. A Marvel tentou
mas “Thor” também ganhou o mesmo aspecto insosso, talvez porque estejamos mais
acostumados com o nível do estúdio nos últimos anos, principalmente por conta
de “Homem de Ferro”. O mesmo se repete em “Capitão América”. Um bom filme, mas
que não empolga o bastante. No fundo, ambos os títulos são um prelúdio para “Os
Vingadores” no ano que vem que, ao que parece, será muito sustentado pela trupe
oriunda de “Homem de Ferro”. Da leva, somente “X-Men: Primeira Classe” parece
ter tido um tino diferente ao apelar pela simpatia do público aos personagens. ![]() |
| "Carros 2": um dos mais fracos deste verão. |
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Thor
Thor (EUA, 2011) De Kenneth Branagh. Com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony Hopkins, Idris Elba, Stellan Skarsgard, Clark Gregg e Kat Dennings.
Porque você irá assistir a “Thor”? Para esta pergunta existem algumas respostas. Primeiro, é um filme de super-herói, um filão já consagrado do novo século. Segundo, é um filme Marvel – e assim como o restante deles, caminha para uma convergência até “Os Vingadores” em 2012. Terceiro, a história de Thor, o deus do trovão, tem seu séquito de seguidores desde os gibis e sua adaptação estava mais do que aguardada, abrindo a temporada 2011 de blockbusters. Com toda essa expectativa, era de se esperar que o longa metragem fosse mais centrado no personagem do que é. Que a história tivesse mais elaboração do que superficialidade.
Thor está prestes a se tornar rei de Asgard. Ele é filho de Odin, considerado Pai de Todos e senhor de Asgard, e o único capaz de controlar o, o martelo dos deuses. Quando acontece um ataque inesperado dos Gigantes de Gelo à Asgard, Thor quer iniciar uma guerra e vai ao mundo deles contra a vontade de seu pai. Colocando Asgard em perigo, Thor e seu martelo são banidos para a Terra, abrindo caminho para seu irmão, Loki, assumir o trono. Em sua passagem pela Terra, Thor conhece a cientista Jane, que investiga os comportamentos cósmicos e percebe que há outras coisas no universo que a mente humana desconhece. Quando uma organização secreta descobre o paradeiro do Mjölnir, Jane se encarrega de levar Thor ao local, mas ele já não possui o dom necessário para dominá-lo. Ele então vai começar uma jornada de autodescoberta, até ser contatado de novo por seus companheiros de Asgard, que pedem que ele volte para lutar contra a tirania de Loki.
Apesar dos efeitos especiais e do carisma natural dos protagonistas, esperava bem mais de “Thor”. A Marvel construiu uma aventura que não funciona sozinha. É necessário ter assistido a todos os filmes já realizados pelo estúdio ou ser um grande conhecedor dos gibis. É uma prequel de “Os Vingadores”, claro, mas o herói merecia uma história melhor, mais bem desenvolvida, que não se apoiasse apenas em clichês do gênero e em referências medíocres. O filme explica a origem de Thor, mas não dá a devida dimensão a isso, deixando de lado parte da mitologia em que o personagem é baseado.
Chris Hemsworth cumpre seu papel como o sujeito brigão e carismático que é Thor, assim como Natalie Portman que, infelizmente, está bem fraquinha. Idris Elba, que interpreta o guardião da passagem entre os mundos, está também em boa forma, apesar de seus poucos momentos. Os melhores momentos ficam mesmo por conta das batalhas que acontecem entre Loki e Thor e os Gigantes de Gelo, além da trupe armada cujos amigos do herói fazem parte. Efeitos especiais de primeira e piadas bem encenadas, além de um bom fio de condução para “Os Vingadores”. Só. Brincando é o mais fraco filme da Marvel.
Nota: 6,0
PS1: Em nenhum momento é mencionada a palavra “deus”. Acho que só quando se referem a ele como deus do Trovão, mas pra confirmar teria que ver de novo, o que não rola no cinema.
PS2: a Natalie Portman é mínima daquele jeito ou é o Chris Hemsworth que é gigante?
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Top 10 - Filmes de Super-Heróis Mais Importantes para o Cinema
Leiam-se MAIS IMPORTANTES! Não necessariamente os melhores. Listas de melhores filmes de super-heróis estão espalhadas por aí e são quase sempre as mesmas (“O Cavaleiro das Trevas” encabeçando todas elas!). Os filmes listados abaixo tiveram alguma importância significativa e ajudaram a “Thor” ganhar confiança e sair do papel. Sejam eles bons ou ruins, entraram para a história.
De Zack Snyder. Com Patrick Wilson, Jeffrey Dean Morgan, Malin Akerman.
Alan Moore é considerado o papa dos quadrinhos. Logo, sua obra prima, “Watchmen”, é a bíblia dos quadrinhos, a HQ definitiva, ou como queiram chamar. Na versão cinematográfica, dirigida por Zack Snyder, são quase 3 horas de ação para colocar na telona um calhamaço histórico em detalhes que permearam o cotidiano nerd por duas décadas. Para quem leu, o filme tem falhas (assim como para quem não leu), mas a visão de Snyder para a obra o confirmou como diretor visionário e deu força para outras graphic novels saírem do papel, como “The Spirit”, “The Loosers” e “Scott Pilgrim Vs. The World”.
+ "Watchmen” levou mais de dez anos para sair da gaveta, por ser considerado infilmável. Já teve nomes como Terry Gilliam, Darren Aronofsky, Paul Greengrass e Michael Bay envolvidos até que Snyder apareceu com “300” e solucionou o problema. Alan Moore, como é de praxe, detestou o filme.
9 Blade, o Caçador de Vampiros (1998)
De Stephen Norrington. Com Wesley Snipes, Stephen Dorff e Kris Kristofferson.
Dentro do universo Marvel, Blade nem é tão importante assim. Porém, na recente história do boom dos quadrinhos nas telas, “Blade – O Caçador de Vampiros” é considerada a primeira tentativa de sucesso de colocar uma trama decente de um super-herói da Marvel no cinema contemporâneo. O filme fez sucesso inclusive entre as pessoas que desconheciam Blade ou sua vertente heroica. Sorte de Wesley Snipes, que deu certa guinada na carreira neste período, deixando personagens brucutus para encarnar alguém da cultura pop-nerd.
+Blade gerou duas sequências: “Blade 2” em 2002, que foi dirigido por um então desconhecido Guillermo Del Toro, dando abertura para que ele fizesse “Hellboy” a seguir; e “Blade: Trinity”, que fecha a trilogia manchando tudo o que de decente tinha sido feito até então.
De Richard Donner. Com Christopher Reeves, Marlon Brando, Margot Kidder e Gene Hackman.
Não é por acaso que o Superman é um símbolo máximo dos Estados Unidos. Criado em 1938, o personagem manteve a mesma força quando o filme de 1978 foi lançado, despertando admiração generalizada. Imagine você, no fim da década de 1970, como era fazer um homem voar! Em comparação com os filmes de hoje, os efeitos são radicalmente toscos, mas a história é tão fiel e foi tão bem contada, que mesmo quem assiste hoje não se deixa ser levado por esse aspecto. “Superman – O Filme” consagrou Christopher Reeve, deixou Marlon Brando mais rico e foi indicado a 3 Oscars, incluindo Trilha Sonora composta por John Williams. Aliás, você sabe qual a música-tema do Superman, né? Ela é exclusiva do filme de 1978, mas vale basicamente pra qualquer versão.
+O filme ganhou um Oscar especial pelos efeitos especiais. Na época, não existia a categoria por, virtualmente, inexistirem filmes tão bem versados em efeitos especiais. O filme tem três sequências diretas: Superman II - A Aventura Continua (1980), Superman III(1983), Superman IV - Em Busca da Paz (1987); e uma indireta: Superman – O Retorno (2006).
De Tim Burton. Com Michael Keaton e Jack Nicholson.
Você pode chiar hoje comparando os filmes de Tim Burton e Christopher Nolan, mas até o lançamento de “Batman Begins” ninguém discordava da maestria que foi “Batman” para a época. Foi simplesmente um exemplo nato do termo ‘blockbuster’, um filme com produção milionária, cujo objetivo é arrecadar mais dinheiro ainda, seja com ingressos, seja com produtos licenciados. O visual dark pitoresco, característica de Tim Burton, foi uma inspiração direta dos quadrinhos para uma Gotham melancólica e sombria. O Coringa caricato de Jack Nicholson foi um dos personagens mais icônicos do cinema até ser destituído pelo Coringa de Heath Ledger. Não importa se fizeram um filme melhor, neste caso o que importa é o contexto. E “Batman” está para a década de 1980 como Romeu está para Julieta.
+Jack Nicholson inovou no contrato e pediu uma participação nos lucros do filme e produtos licenciados. Não poderia ter se dado melhor. O filme custou US$ 35 milhões (valor modesto pros dias de hoje) e arrecadou mais de US$ 250 milhões só nos Estados Unidos.·.
De Christopher Nolan. Com Christian Bale, Morgan Freeman, Michael Caine e Liam Neeson.
Apesar de tudo o que eu disse aí em cima, é inegável o que Christopher Nolan fez pela franquia Batman. O personagem é talvez o mais querido do universo DC Comics, exatamente por não ter poder especial nenhum. Em “Batman Begins”, Nolan foi ao começo da história de Bruce Wayne para desvendar todo o trauma que o acompanha até a vida adulta e que o transforma no justiceiro de Gotham City. Também nada de toques pitorescos, burlescos ou sombrios demais. Se o Batman é um cara comum, Gotham City e seus moradores também têm que ser. Foi assim, humanizando o personagem, regra fundamental para filmes do gênero, que “Batman Begins” arrebatou o coração dos fãs. A modernização sem perda da fidelidade à história é um marco dentre os filmes baseados em personagens da DC. O longa não tem qualquer ligação com nenhum filme já feito sobre o personagem.
+O papel do novo Batman foi disputado por mais de 15 atores, entre eles Cillian Murphy, que acabou ficando com o papel de Espantalho. George Clooney, no entanto, foi dispensado pela Warner, mesmo tendo assinado contrato para dois filmes como Batman.
De Sam Raimi. Com Tobey Maguire, Kirsten Dunst, James Franco e Willem Dafoe.
“Homem-Aranha” sempre será associado como o filme que deu asas à fidelização dos quadrinhos. Quando Sam Raimi levou às telas um Peter Parker humanizado, um garoto comum como qualquer outro, ganhou todos os fãs do Cabeça de Teia. Centralizado no início da história, contando tudo desde o início, introduzindo o personagem, “Homem-Aranha” criou uma espécie de padrão para os roteiros que viriam depois. O filme virou um fenômeno e garantiu duas sequências. “Homem-Aranha 2” foi um sucesso ainda maior, levando para o cinema uma das melhores tramas do herói, a parte do conflito interno. A escolha de Alfred Molina como Dr. Octopus também foi um acerto que contribuiu para o sucesso. Já a pauliceia desvairada de “Homem-Aranha 3” gerou críticas por parte dos fãs, devido ao grande número de tramas paralelas e múltiplos vilões.
+Para salvar a franquia, a Sony anunciou um reboot na história para 2012, levando Peter Parker de volta ao colegial. Andrew Garfield e Emma Stone estão na nova versão, que será dirigida por Marc Webb, de “(500) Dias Com Ela”.
De Jon Favreau. Com Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow e Jeff Bridges.
O mundo ignorava o Homem de Ferro. Afinal, com tantos super-heróis com poderes extraordinários, um homem comum e rico com uma armadura não chamava atenção. A Marvel não pensava assim e escolheu o herói para iniciar seus trabalhos com a Marvel Filmes. “Homem de Ferro” foi um sucesso tão estrondoso quanto inesperado. Não só estabeleceu a Marvel como toda poderosa como levantou a carreira de Robert Downey Jr. e fez o Homem de Ferro, até então um coadjuvante, virar um protagonista de mão cheia. A partir deste longa, a Marvel Filmes decidiu tomar conta dos personagens Marvel e assim vários personagens deste universo tão vasto irão ganhar vida: Thor e Capitão América este ano, culminando com Os Vingadores ano que vem, além de possíveis reinvenções de Demolidor e Quarteto Fantástico.
+A Marvel progrediu tanto com o lançamento de “Homem de Ferro” que atraiu os olhares de ninguém menos do que a Disney. Em 2009, a empresa comprou a Marvel por US$ 4 bilhões, o que dá à Disney o controle de mais de cinco mil personagens!
De Bryan Singer. Com Patrick Stewart, Ian McKellen e Hugh Jackman.
Se “Blade” tinha sido a tentativa, “X-Men” foi o grande acerto. O carisma com os personagens mor da Marvel deu aval para um zilhão de produções sobre super-heróis. A Sony ficou doida e produziu “Homem-Aranha”, a Universal lançou “Hulk” e a Fox tratou de fazer outro “X-Men”. O boom comercial estava lançado. Os personagens viraram ícones de todo mundo, fizeram a cultura nerd ingressar na cultura pop e transformou Hugh Jackman em um eterno Wolverine. A sequência, “X-Men 2”, é bem melhor e mais bem produzida. Já o terceiro filme é desprezível. Não é à toa que esse ano terá uma redenção da besteira com “X-Men: Primeira Classe”.
+Bryan Singer, diretor dos dois primeiros filmes e produtor de “House”, abandonou o terceiro filme para alçar voos mais altos: dirigir o “Batman Begins” do Homem de Aço em “Superman – O Retorno”. Não deu certo pra ninguém e ele lamentou muito depois.
De Joel Schumacher. Com George Clooney, Chris O’Donnel, Arnold Schwarzenegger.
Aí você me pergunta, “’Batman e Robin’ em segundo lugar? Aquele lixo?”. Sim, aquele lixo. E não fui eu que disse não! Em 2009, o todo poderoso da Marvel, Kevin Feige, alegou que esse talvez tenha sido o filme mais importante do gênero! Aí vão as palavras dele, que não me deixam mentir: “Esse pode ter sido o mais importante filme baseado em quadrinhos da história. Ele era tão ruim, mas tão ruim que isso fez com que fosse necessária a demanda por novas maneiras de se fazer um filme assim. O filme criou a oportunidade de fazer ‘X-Men’ e ‘Homem-Aranha’, adaptações que respeitaram a fonte original”, disse Feige. Ou seja: era tão ruim que serviu de parâmetro para o que não fazer!
+ A besteira feita foi tão grande que o diretor Joel Schumacher veio a público pedir desculpas aos fãs de Batman pelo filme. George Clooney nem sequer menciona o trabalho. Também pudera: o filme parece um desenho animado, tem Uma Thurman e Schwarzenegger no estágio mais louco de uso do Prozac e o clássico bat-cartão de crédito!
1 Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008)
De Christopher Nolan. Com Christian Bale, Aaron Eckhart, Heath Ledger, Morgan Freeman, Michael Caine, Maggie Gylenhaal.
O Batman apareceu nesta lista algumas vezes. Só isso exemplifica a importância do personagem para o cinema, os quadrinhos, para a cultura pop em geral. E o que Nolan fez pelos filmes foi algo fora do normal. Em “O Cavaleiro das Trevas”, Nolan entregou um filme baseado em HQ que calou a boca da crítica, até então reticente quanto a filmes do gênero. Foi a partir deste filme que quem ainda não gostava do Batman passou a gostar. Roteiristas começaram a correr atrás do prejuízo e um novo padrão estava formado. “O Cavaleiro das Trevas” é basicamente um manual sobre como fazer um filme destes: roteiro bem escrito e amarrado, fidelização com a HQ, bom senso, ótima direção, interpretação e comprometimento com a história. Foi com o Coringa que Heath Ledger ganhou seu Oscar póstumo e virou uma lenda. Mas este é apenas um ótimo personagem do filme. Nem a saída de Katie Holmes e a entrada de Maggie Gylenhaal incomodaram – foi até melhor! O filme foi considerado o melhor de 2008, um dos melhores da história e Christopher Nolan virou o gênio definitivo do cinema no século XXI. Quer mais importância que isso?
+ A ausência de “O Cavaleiro das Trevas” para Melhor Filme no Oscar 2009 fez muita gente reclamar horrores. Para que “injustiças” como essa não fossem mais cometidas, a Academia mudou as regras e passou a abrir dez vagas para a categoria Melhor Filme. Mas aí já era tarde...
























