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sábado, 26 de maio de 2012

Top 10 filmes nerds

Ser nerd requer muito trabalho. Afinal, este ser é dotado não apenas de inteligência, mas de uma cultura vasta sobre diversos projetos, programas, filmes, videogames, entre outras coisas que ditam o conhecimento e o entretenimento. A revolução nerd aconteceu. Hoje, o cara de óculos, cheio de espinhas, gravata borboleta, suspensório e aparelho nos dentes deu lugar ao cara moderno, que frequenta as mais variadas rodas, desde a sala de aula à pré-estreia de “Star Wars 3D”, passando pela mesa de bar e pelas baladas da vida. Ser nerd (ou geek, como prefiram) virou cool. Por isso, no Dia do Orgulho Nerd, listei dez filmes que fazem parte da cultura nerd por excelência ou que retratam bem como é ser um.
PS: não custa lembrar que tem muita coisa faltando aí, já que estamos falando de todo um universo de coisas definidas há tempos por seres ancestrais a mim.

10. Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010)
Baseado em uma HQ, Scott Pilgrim pode ser tomado como exemplo do nerd de hoje, esse cara descolado e integrado com diversos aspectos da cultura nerd. O longa mistura o universo dos videogames com o mundo do rock'n roll e capta a aura do que todo rapaz introvertido do início do século XXI deseja ser: popular a ponto de conquistar a garota mais bacana da cidade.

+Nerdice: Edgard Wright, o diretor/roteirista, conseguiu permissão para usar a famosa canção-tema do jogo “A Lenda de Zelda” escrevendo uma carta para a própria Nintendo, dizendo que a música é considerada a “canção de ninar” dessa geração. Ele também foi autorizado a usar o tema de “Seinfeld” para a sequência com estilo de sitcom.

9. Watchmen (2009)
Considerada a Bíblia dos quadrinhos, “Watchmen” só ganhou adaptação anos depois da publicação da graphic novel, escrita por Alan Moore. Cultuado por muitos, o filme fez uma adaptação razoavelmente fiel, ampliando o conhecimento da HQ com aqueles que ainda não a conheciam. A história: super-heróis que tentam levar uma vida normal após um período de aposentadoria saem do “armário” após a morte de um deles.

+Nerdice: Durante a escalação do elenco o diretor Zack Snyder deu a cada ator uma cópia do roteiro e outra da graphic novel "Watchmen". Posteriormente, já durante as filmagens, Snyder permitiu que os atores levassem ao set a graphic novel e reescrevessem eles próprios seus diálogos;

8. Batman (1989)
Em 1989, Tim Burton conseguiu levar às telas um filme que ficaria marcado por um bom tempo como o melhor filme baseado em uma HQ. E logo com o Batman. Em um tempo em que o gênero era meio desacreditado, criando pérolas como as sequências do Superman, “O Fantasma” ou aquele “Geração X”, o “Batman” de Tim Burton permaneceu praticamente inabalável durante os anos 1990, mesmo diante das suas próprias sequências. Aí, em 2000, veio um tal de Bryan Singer e lançou “X-Men”, mudando tudo o que sabíamos até então sobre o gênero.

+Nerdice: O filme deu origem a “Batman – The Animated Series”, a bem sucedida série animada que foi muito popular nos anos 1990, outro achado da cultura nerd. Também deu origem a outros três filmes: “Batman – O Retorno”, “Batman Eternamente” e “Batman e Robin”. Não, a franquia do Chris Nolan não tem nada a ver.

7. Tron (1982)
Pode parecer meio bizarro hoje, mas “Tron” foi um dos primeiros a usar a computação gráfica, lá em 1982. Imagina no começo da década de 1980 falar sobre “um hacker que é, literalmente, abduzido para o mundo da informática e é forçado a participar em uma competição onde sua única chance de escapar é com a ajuda de um programa de segurança”? Irônico, instigante e um prato cheio, mas um fracasso absurdo na época, virando cult apenas anos depois.

+Nerdice: Apesar de a animação computadorizada ser utilizada no filme, a tecnologia da época não permitia que atores reais e personagens computadorizados dividissem a mesma cena. Desta forma as cenas com atores que necessitavam de efeitos de animação tiveram que ser feitas pelo método tradicional, ou seja, no braço.

6. Akira (1988)
“Akira” é um dos mais populares mangás japoneses. É também um dos mais cultuados filmes do gênero de todos os tempos. Ele é o representante de toda a produção cultural animada japonesa que ganhou as telas do cinema. A história se passa em 2019 em uma Tóquio futurista, com o membro de uma gangue é transformado por um projeto militar em um poderoso psicopata. 

+Nerdice: A graphic novel na qual “Akira” é baseado começou a ser publicada em 1982. Apesar de o filme ter sido lançado em 1988, em uma versão condensada e com a conclusão da história, a trama na graphic novel apenas foi concluída em 1990.

5. Piratas da Informática (1999)
Digamos que essa é a biografia não oficial da história da Apple e da Microsoft. Foi produzido para a televisão americana, contando a história da fundação das duas empresas de informática, bem como sobre os seus fundadores, Steve Jobs e Bill Gates. Dirigido por Martin Burke, também atende pelo nome original “Piratas do Vale do Silício”. E a pergunta que não quer calar: PC ou Mac?

+Nerdice: Em 1999, na Macworld Conference, pouco tempo depois do lançamento do filme, a plateia foi surpreendida ao descobrir que a abertura do evento foi realizada por Noah Wyle, o ator que interpreta Steve Jobs. Depois, o Jobs real aparece e troca umas palavrinhas com o ator, à la Mark Zuckerberg e Jesse Eisenberg no Saturday Night Live.

4. O Guia do Mochileiro das Galáxias (2005)
Outro ícone da cultura nerd é o livro “O Guia do Mochileiro das Galáxias” que, vejam só, começou como um programa de rádio, em 1978. Adaptado para as telonas em 2005, esse é o responsável pelo Dia da Toalha, comemorado hoje no dia do Orgulho Nerd! Tudo porque, segundo o guia, a toalha é um ícone indispensável para qualquer viajante do espaço, sendo que ela pode ser utilizada de várias formas. A adaptação cinematográfica difere um pouco do primeiro livro (de uma trilogia de 4 livros) mas isso foi responsabilidade do próprio escritor Douglas Adams, responsável pelo roteiro.

+Nerdice: Desde 1982, o livro vem sendo alvo de projetos para ser filmado e levado às telonas, sendo que ele já tinha virado uma série e um videogame, além da série radiofônica. Apesar de serem seis livros, não há previsão de serem feitos mais filmes da série, dado o fraco desempenho do primeiro.

3. O Senhor dos Anéis (2001, 2002 e 2003)
Antes de ganhar os cinemas, na trilogia realizada por Peter Jackson, “O Senhor dos Anéis” já era um livro consagrado no mundo nerd, levando nomes como ‘hobbit’, ‘Sauron’ e ‘Terra Média’ direto para o dicionário desse pessoal. Quando foi anunciada a produção cinematográfica, a expectativa (e a preocupação) ficou nas alturas, mas Peter Jackson se provou digno da tarefa, virando um diretor cultuado no mesmo minuto.

+Nerdice: A trilogia O Senhor dos Anéis foi filmada simultaneamente, em um período contínuo de 18 meses cobrindo mais de 100 locações na Nova Zelândia. As filmagens foram enriquecidas por dois anos de pré-produção e outros dois de pós-produção. No total, a realização ocupou sete anos do diretor, roteirista e produtor Peter Jackson. O script de mais de 400 páginas também deu trabalho para muitas outras pessoas: além dos 114 personagens com falas, 20.602 extras foram usados nos três filmes e no auge da produção havia 2.400 pessoas trabalhando entre as equipes técnica e de criação.

2. Os Vingadores (2012)
Nem bem saiu nos cinemas, “Os Vingadores” já é quase o apogeu de toda a história da cultura nerd. Reunindo o time de heróis da Marvel em um só filme, o longa quebrou recordes de bilheteria e conseguiu reproduzir bem o espírito dos quadrinhos, levando fãs à loucura. Uma vitória da cultura nerd que chegou a um patamar global e que não para de fazer sucesso.

+Nerdice: É a primeira vez em que a mesma pessoa interpreta tanto o Hulk quanto Bruce Banner. Nos filmes anteriores, o personagem ou era criado digitalmente, como em Hulk (2003) e O Incrível Hulk (2008), ou duas pessoas interpretavam Brune Banner e seu alter-ego, como nos telefilmes estrelados por Bill Bixby e Lou Ferrigno. Mark Ruffalo usou um traje de captura de movimento durante as filmagens, de forma que ele próprio interpretasse o Hulk. 

1. Star Wars (1977)
George Lucas pode ser considerado o pai do nerd moderno. Escreveu a saga de Anakin e Luke Skywalker em um caderno de anotações e deu origem a uma das mais famosas e bem sucedidas franquias do mundo, quando ninguém acreditou nele. “Guerra nas Estrelas”, o primeiro de seis filmes (e o quarto na ordem cronológica), consolidou o gênero ficção científica em Hollywood quando isso era coisa apenas de produção B; conseguiu também atrair uma legião de fãs que se multiplica com o passar dos anos e que exibe uma devoção digna dos torcedores mais fanáticos de futebol; e também praticamente fundou a chamada Cultura Nerd. Afinal, bonecos colecionáveis, cartazes, cosplay, gente que sabe de cor falas do filme, rpg’s, produtos licenciados, convenções de fãs, idiomas e expressões próprias, marketing e merchandising boca a boca, tudo isso começou com Star Wars. E se repete até os dias de hoje. Que a força esteja com vocês!

+Nerdice: O primeiro roteiro de “Star Wars” trazia Luke Skywalker como uma garota que iria resgatar seu irmão. A ideia foi abandonada logo depois, mas outra mais estranha ainda foi cogitada: Luke seria um anão errante que exploraria um mundo repleto de gigantes. A versão definitiva do roteiro apenas ficou pronta em 1976, um ano antes do lançamento do filme.



Extra: A Vingança dos Nerds
O filme de 1984 exemplifica bem como os nerds eram e como eles ficaram hoje. É essa a imagem que vem à cabeça quando se pensa no nerd tradicional e esse filme, sucesso da Sessão da Tarde dos anos 1990, por muito tempo foi o símbolo de como o nerd é. Estereótipo vencido e desconstruído, mas fica a lembrança. Lambda, Lambda, Lambda!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Scott Pligrim Contra o Mundo (Último de 2010)

Scott Pilgrim vs. The World
(EUA/Canadá, 2010) De Edgar Wright. Com Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Mark Webber, Jason Schwartzman, Anna Kendrick, Chris Evans, Brandan Routh, Allison Pil, Johnny Simmons e Kieran Culkin.

"Scott Pilgrim" foi um dos filmes mais injustiçados do ano. Não teve uma boa bilheteria nos Estados Unidos, quase não foi lançado no Brasil (e quando foi, saiu em uma única sala em São Paulo e, meses depois, no Rio) e ainda nem conseguiu se pagar - o filme custou US$ 60 milhões e só arrecadou US$ 47 milhões. Mesmo assim, é um sucesso de crítica e aclamado por fãs da HQ original, fãs de HQ em geral e pessoas mais ligadas em cinema, especialmente a galera entre 20 e 30 anos, claramente o público alvo do filme (e da HQ). O filme é o mais descolado de 2010 e representa muito bem a nova geração de "adultescentes" que está circulando por aí. Não à toa, quem queria ter visto o filme desde o anúncio da produção, já o fez pela internet, o território preferido dessa galera. Ponto pra Edgar Wright, que talvez tenha produzido o filme baseado em HQ mais fiel da história.

Scott é um rapaz de 23 anos que está numa banda de rock junto com seus amigos. Metido a conquistador, ele se envolve com a estudante chinesa Knive, que se torna obsessiva por ele e sua banda. Acontece que Scott encontra a garota dos seus sonhos, Ramona Flowers, uma menina descolada e de cabelo multicolorido. Mas tem algo de estranho com Ramona. Apesar dos avisos, Scott insiste em sair com ela, mas para que eles fiquem juntos, ele vai precisar derrotar a Liga dos Ex-Namorados do Mal, composta por sete ex-namorados de Ramona. Enquanto isso, Scott também precisa lidar com o torneio de rock que sua banda está competindo, com o retorno de uma ex-namorada e com a obsessão da própria Knive, que fica perdida no meio do triângulo amoroso.


Agora, pega essa sinopse curta aí de cima e adiciona todo o espírito dos quadrinhos, dos videogames e das bandas de rock alternativo, mais o visual dos quadrinhos, dos videogames e das bandas de rock alternativo e você tem o filme mais cool do ano. "Scott Pilgrim" não está preocupado com críticas, bilheteria ou o que quer que seja. Ao que parece, a única preocupação do filme é ser legal o suficiente pra conseguir prender a atenção do seu principal público-alvo: os Scott Pilgrim da plateia, pessoas de uma geração que cresceu em meio a uma enxurrada de cultura pop por todos os lados. Esse é Scott. Esse sou eu. Esse é você. E essa é a principal sacada do diretor Edgar Wright: ser fiel á história e contá-la para os seus fãs. Se funciona com os fãs, funciona com todo mundo (em tese).


Os efeitos visuais são um destaque à parte do filme. Cada vez que Scott vai lutar com um ex-namorado do mal, um visual de videogame aparece na tela, os personagens ganham superpoderes e onomatopeias pipocam no filme. As representações gráficas de amor, solidão, ódio, tristeza, entre outros, também são geniais. O roteiro peca um pouco por ser óbvio às vezes, e a montagem é corrida demais. Mas nada que atrapalhe o desempenho do filme ou dos atores, principalmente Michael Cera, que parece que nasceu para os personagens perdedores convictos. Nesse, ele dá a volta por cima, cada vez que Scott derrota um oponente (e cada vez que ele derrota um oponente, ele ganha pontos em forma de... moedas, como no Super Mario!).


Que as lições de "Scott Pilgrim" sejam aprendidas por outros filmes do gênero que tentam, mas não conseguem, ser qualquer outra coisa além de uma máquina de dinheiro. A Marvel está não só conseguindo reverter isso, como aliar uma coisa a outra: ser uma máquina de dinheiro e também um ícone da cultura. A DC Comics ainda tá no meio do caminho, mas a nova franquia Batman mostrou que eles estão aprendendo. Os estúdios (Sony, Fox, Paramount, Warner, etc.) ainda precisam lidar melhor com isso.

Nota: 9,0

terça-feira, 27 de julho de 2010

Os filmes "cool" do ano



Algumas palavras do inglês deveriam ter a sua tradução proibida. Por exemplo, uma das que mais me irritam é a tradução da palavra "cool". Todo mundo traduz cool como legal. Mas tipo, cool é muito mais do que simplesmente legal. Cool é cool. É um estado que transcende o simplesmente legal. Tipo, "Bob Esponja" é legal. "Os Padrinhos Mágicos" é legal. "Os Simspsons" é cool. "Snoopy" é cool.

A própria definição de cool varia de pessoa pra pessoa, mas não é só o simplesmente legal. É o diferetemente legal, é um pop nerd-geek-culto-existencialista. Por exemplo no cinema. "Transformers" é legal, mas não é cool. Cool são os filmes do Tarantino. Cool são as porcarias sanguinolentas do Robert Rodriguez. E porque eu estou escrevendo isso? (sob forte influência dos videos do @pecesiqueira).

Porque esse ano temos uma invasão de filmes que tem a pretensão de ser cool. E de fato eles devem ser. No caso, os três saíram adaptados de graphic novels, que parece ser a nova galinha dos ovos de ouro de Hollywood. Curiosamente, essas adaptações se tornam não apenas uma produção onde se injeta milhões de dólares, mas dão vazão para criações autorais de seus direitores e roteiristas.

Foi o que aconteceu com "300" e "Watchmen". Mesmo que esse segundo tenha sido um pouco menos bem sucedido que o primeiro, esses filmes fizeram de Zack Snyder um diretor que todos agora chamam de "visionário" ("Sucker Punch" vem aí"). Robert Rodriguez também experimentou isso quando fez de "Sin City" um evento cinematográfico. O mesmo não aconteceu com "The Spirit", que deve estar fazendo o mago Will Eisner se remoer no túmulo. Mesmo que o filme tenha sido dirigido por Frank Miller himself (aliás, "himself" é outra palavra inglesa que não acho que precise de tradução se usada corretamente).

Ah, sim, os filmes cool do ano. Já vimos alguns deles aqui no Brasil. Na verdade só vimos um deles, você só viu mais de um caso tenha feito download ilegal na internet dos outros dois. "Kick-Ass: Quebrando Tudo", "The Losers" e "Scott Pilgrim Contra o Mundo" são os candidatos a filme cool do ano. Os três são baseados em graphic novels, são recheados de efeitos especiais e cultura pop e falam do universo nerd para o universo nerd.



"Kick-Ass" foi o filme que levou a HQ de Mark Millar a um limite nunca antes visto. Por causa do filme, o autor está escrevendo outra HQ só para que ela seja adaptada numa sequência do filme (?!). Matthew Vaugh fez um bom trabalho na adaptação colocando todos os elementos da HQ na tela e manteve uma identidade bacana. Mas com certeza "Kick-Ass" trouxe a personagem mais divertida do ano: Hit-Girl.



Já "The Losers", que ainda não tem data de lançamento no Brasil, é baseado na HQ de Andy Diggle. No filme, agentes especiais da CIA após serem traídos por colegas, pretendem juntar suas forças para se vingar daqueles que queriam vê-los mortos. No elenco temos Zoe Saldaña, de "Avatar" Chris Evans, que também está em "Scott Pilgrim" e Jeffrey Dean Morgan, experiente por ter sido o Comediante em "Watchmen". Provavelmente, o filme saira direto em DVD, por não ter um apelo pop tão grande.

Agora, todo mundo quer ver mesmo "Scott Pilgrim Contra o Mundo". No filme, o cara do título, que não podia ser ninguém melhor do que Michael Cera, se apaixona por uma garota da escola, mas ele tem que lutar contra os 7 namorados loucos e psicóticos dela. O pior, eles meio que tem superpoderes mutantes e eles lutam a qualquer hora do dia. E sabe aqueles efeitos de tela de videogame, com onomatopeia e tudo, dignos de Batman e Robin? Os famosos Soc! Tum! Pow! aparecem no filme também, o que contribui para o visual incrível que o longa promete ter.

Além de Michael Cera, no elenco tem um monte de gente jovem e bacana, alguns conhecidos como Chris Evans e Brandon Routh (ex-namorados do mal #2 e #3), Jason Schwartzman (ex-namorado do mal #7) e Anna Kendrick. Não, ela não é uma ex-namorada do mal, mas tem uma menina como ex-namorada do mal, interpretada por Mae Whitman (ex-namorada do mal #4). "Scott Pligrim" chega no Brasil só em outubro, até lá a gente aguarda.



Depois da lição de hoje, vamos voltar a chamar qualquer coisa legal de cool, mas não esqueça: ser cool não é pra qualquer um. Ser cool transcende o legal. E parem de traduzir algumas palavras do inglês que simplesmente não dá pra traduzir. Sinta o inglês e entenda o significado do que ele quer dizer. Traduzir não é o melhor jeito de aprender.