
De Alex Proyas. Com Nicolas Cage, Chandler Canterbury, Rose Byrne, Lara Robinson, D.G.Malloney e Nadia Towsend.
O bom de Presságio é justamente o seu final. O clima de tensão se arrasta ao longo de todo o filme e o público anseia por uma boa explicação. Na verdade, é assim que um bom suspense deve ser. O filme não apenas contraria ser um filme de ação que envolve apenas números, ele se torna em algo tão superior, tão sobrenatural que provoca arrepios na espinha por sua história. Presságio acaba nos fazer pensar na última coisa em que queremos pensar: no fim. E é forçando a nos pensar no fim que o bom desempenho final do filme se justifica.
Há 50 anos atrás, uma turma de crianças é encorajada a fazer desenhos sobre como elas acham que vai ser o futuro. Esses desenhos são postos em uma cápsula do tempo para ser aberta 50 anos depois por outras crianças e ver se o futuro como aquelas imaginavam se concretizou ou não. Mas o desenho da misteriosa Lucinda Embry é perturbador. Ela escreve uma sequência de números que não fazem sentido e que aparentemente são sussurados por vozes na sua cabeça. 50 anos depois, os números chegam ao professor de astrofísica John Koestler, que se depara com um mistério ainda maior: os números que Lucinda escreveu são as datas de os números de mortos de todos os grandes acidentes que aconteceram nos últimos 50 anos. Apenas três dessas datas ainda não chegaram, a última delas revelando um fim terrível. Koestler então tem que evitar os acidentes e cuidar do filho, Caleb, que parece agora ser a vítima das tais vozes.


Nota: 8,5
Um comentário:
Eu gostei do filme e do efeitos contido nele, mas o final deixou a desejar. Concordo que engana mesmo!!!
Visite meu blog quado tiver tempo...
MILHA TURVAAbraços
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